Resumo de Casa-grande & senzala

FREYRE, Gilberto. Casa grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 52.edição comemorativa. São Paulo: Global, 2013.

Em um ensaio estendido, Gilberto Freyre (1900—1987) apresenta a interpretação do Brasil que foi a mais reeditada, traduzida e debatida. Esse clássico do pensamento social brasileiro, sem desconsiderar suas partes (e leituras) polêmicas, rompeu com as explicações racialistas pelas quais a “degeneração” da mistura entre portugueses, índios e africanos seriam causas para o atraso do país. O Mestre de Apipucos não só deu explicações culturais para o caráter brasileiro, mas também viu com otimismo aquela miscigenação.

Gilberto Freyre. Casa-grande e Senzala

1. Objeto

O papel das relações raciais dentro ambiente doméstico no latifúndio escravagista fundado na monocultura (plantation) para forjar o caráter nacional — a identidade e ethos — brasileiro no período colonial.

2. Tese

A sociedade colonial brasileira foi formada nas relações domésticas íntimas e assimétricas nos engenhos de açúcar. Esse sistema de plantation deu certo no Brasil porque o português, transbordando luxúria, tinha predisposição para miscigenar e aclimatar-se com outros povos nos trópicos. 

3. Métodos

Coleta de dados: Não fez pesquisa sistemática com documentos ou arquivo. Tampouco é uma etnografia. Trata-se de uma colagem de observações casuais encontradas nos escritos de viajantes estrangeiros, diários e cartas. Substanciou seus argumentos com relatos orais e reminiscências.

Análise: a vida doméstica (a Casa-grande) como unidade analítica. O foco é sobre o caráter nacional brasileiro. O método interpretativista de análise é orientado pela perspectiva do culturalismo boasiano, especialmente na vertente de cultura e personalidade de Columbia. Rejeita o darwinismo social, os determinismos genético e geográfico ou o racismo como explicações para a configuração sociocultural do Brasil. Infere a partir de uma perspectiva privada as estruturas sociais públicas.

Exposição: emprega o gênero ensaístico para demonstrar seus argumentos, sem preocupar em cobrir todos os tópicos com o mesmo peso, por exemplo, a religião em geral e, sobretudo, a religião africana e indígenas — relegadas a nota de roda-pé. Enfoca na sexualidade (inclusive a consequente sífilis), na alimentação e nas relações domésticas.

4. Resultados

Fundamentou a correlação entre a família senhoril, o modelo latifundiário açucareiro exportador baseado na escravidão e as normas sociais em voga no Brasil colonial.

A luxúria do português não discriminava parceiras. Propôs que havia uma relação de sadismo dos senhores e um masoquismo dos escravos. Arguiu que os mulatos e mamelucos, resultantes do cruzamento do colono português com africanas e índias, podiam ter uma vida social plena, diferente dos esquemas de exclusões estruturais das américas espanhola e anglo-americana.

5. Conceitos Freyrianos

  • Democracia racial: arguta observação de Roger Bastide para expressar a ideologia brasileira de negação do racismo. Com o sentido literal, o termo já era usado desde os primórdios da República Velha e foi (injustamente) atribuído a Freyre em Casa-Grande & Senzala, no qual não a usou.
  • Miscibilidade: propensão do português, pelo contato com as mouras e com o cruzamento de vários povos na Península Ibérica, de manter relações sexuais e matrimoniais com diferentes etnias.
  • Climatabilidade: predisposição do português de se aclimatar nos trópicos. Adaptabilidade tropical.
  • Harmonização: encontro e convivência inter-étnica que conduzida pelo colonizador português permitiu uma proximidade íntima entre povos diferentes.
  • Contemporizador: o colonizador português não possui ideais absolutos, tampouco possui preconceitos inflexíveis. Ora seus traços psicológicos assemelham-se ao espanhol, ao inglês.
  • Luso-tropicalismo: meio teoria social, meio ideologia em apoio à portugalidade ecumênica de Oliveira Salazar. Um conjunto de observações das características da empreita colonial lusitana que a diferenciava de as outras nações europeias. Desenvolveria o conceito em outros textos, mas a ideia permeia toda usa obra.

7. Sumário

Freyre retoma muitos tópicos em diferentes capítulos, mas em síntese, pode ser resumido o livro como se segue:

Capítulo I  —  Características gerais da colonização portuguesa do Brasil: formação de uma sociedade agrária, escravocrata e híbrida

O Brasil foi colonizado com base na agricultura, visto a ausência de riquezas que permitiam uma rápida extração aventureira como em outras colônias. Nessa agricultura predominava o trabalho escravo, inicialmente do índio e depois do africano, em um regime de monocultura. Todavia, foi delegada à inciativa privada (donatários senhores de engenho) essa exploração agrícola de longo prazo.

A unidade cultural do país se deu pela língua e religião. Assim, não havia uma pureza de sangue, visto o hibridismo do português, entre a África e a Europa e adaptado ao trópico.

Capítulo II  —  O indígena na formação da família brasileira

O homem português encontrou nos indígenas a mulher para procriar e trabalhar domesticamente e o homem para servir de trabalho braçal, sem contar a população mameluca a serviço do lusitano. Adotou com as mulheres e mães índias a higiene, a medicina popular, a criação dos filhos e a culinária. A mulher índia é vista como inocente e sensual, lembrava a moura encantada ibérica.

A desestruturação das sociedades indígenas face à chegada dos europeus, mais avançados para o autor, resultou na exploração cruel do extrativismo espanhol e na assimilação dos índios pelos portugueses. Entretanto, no Brasil esse encontro não foi pacífico.

Os índios não afeitos à “civilização” dos jesuítas ou ao eito sedentário no engenho, dariam lugar ao escravo de origem africana, mais adaptado à vida da plantação.

Capítulo III — O colonizador português: antecedentes e predisposições

O português teria sido o colonizador europeu que melhor confraternizou com os colonizados, sendo menos cruel com os escravos. Adota uma postura e aristocrática e patriarcal, vivendo “a fazer de conta que é poderoso e importante”.  Veste seus melhores trajes na rua e trapos em casa. Admite na colônia tão-somente o cristão católico, sem preconceitos de origens ou nacionalidade. Importa artigos das Índias e da China, adapta espécies da África, exporta açúcar à Europa.

O português é híbrido entre a indecisão e a dualidade da África e Europa. Como escravagista traficou africanos com os quais conviveu amigavelmente na colônia americana.

O ódio ao infiel, o mouro, é alimentado pela possibilidade de apropriar-se das terras para a agricultura, garantindo-se assim sua posse. Dos mouros veio a ética do trabalho braçal, do cristão-novo judeu vieram as condições para financiar o império luso.

Capítulo IV — O escravo negro na vida sexual e familiar do brasileiro

Os brasileiros herdaram a ternura da fala, nos apelidos, nos gestos e na música. A figura da ama negra deu uma relação íntima dos filhos do senhor com o escravo. O negro é retratado como alegre, festivo, e com melhores condições físicas que os índios. As negras eram objetos sexuais dos senhores brancos, propagando ainda mais a sifilização que mutilava a população. Eram elas quem iniciavam os sinhozinhos.

As mulheres “brancas” da casa-grande ficavam relegadas à procriação legítima, sendo negligenciadas em sua educação, e administrando a vida doméstica e com crueldade as competidoras negras.

Capítulo V — O escravo negro na vida sexual e familiar do brasileiro (continuação)

A educação e desenvolvimento dos meninos era sem alegria, precoce. A educação começava com os mestre-escola na casa-grande e continuava nos colégios dos padres ou seminários.

Os negros e pardos foram aos poucos aceitos na educação formal, emergindo uma classe de mestiços educados. Muitos filhos de padres se tornariam intelectuais.

A escravidão gerou uma indolência da família senhoril. A disputa pelo controle do trabalho teve a interferência dos padres, que exigiam a observância do domingo. Nesse ambiente, a alimentação era tipicamente negra, feita pelas escravas domésticas.

8. Críticas

Mito da democracia racial: apesar da polêmica do termo, o qual se deve salientar que Freyre não o usa, o esquema casa-grande x senzala retrata uma relação que, no agregado, parece ser harmônica e permite a mobilidade social sem considerar os preconceitos de raça. Freyre registra sim a violência escravagista, mas ao valorizar a visão da casa-grande em detrimento da visão a partir da senzala, apresenta um quase idílico retrato do Brasil. Desse modo, obscurece o papel do racismo em forjar as desigualdades inerentes (e ainda presentes) na sociedade brasileira.

Falta de rigor metodológico: em tempos em que uma orientação positivista imperava na sociologia e rígidos protocolos de trabalho de campo na antropologia, o ensaio de Freyre parecia muito com especulações das histórias conjecturais. Hoje, depois do giro pós-moderno questionando a autoridade etnográfica, essa crítica metodológica cai por terra.

Ausência de conflitos entre as classes: apesar das conturbações de fundo social na colônia (movimentos nativistas, conflitos entre colonos e as reduções religiosas, resistência escrava, messianismo-milenarismo, guerra dos mascates e dos emboabas), Gilberto Freyre não os leva em consideração. Essa crítica foi salientada por analistas de abordagem marxista.

Discriminação institucional: Freyre não registra os impactos da legislação portuguesa sobre a “limpeza de sangue”, que restringia a mobilidade social. A origem de um remoto ancestral africano, judeu, cigano, “gentio” (indígena) ou herege era suficiente para vedar acesso de boa parte da população a emprego público, concessões reais ou ao alto clero.

Visão senhoril: o modelo ideal de Freyre contrasta com o modelo real, do negro do eito, da índia forçada sexualmente, do filho mulato não reconhecido e da mulher confinada às portas fechadas da casa-grande. Somente o patriarca português é dotado de agência, enquanto todo o resto resultam da estrutura. Não por menos, há o dito que Gilberto Freire, o escreveu sua obra-prima sentado na varanda da Casa-Grande olhando para a Senzala.

Generalizações: um modelo de poucos engenhos na Zona da Mata nordestina não serve para retratar todo o Brasil. Houve ainda a civilização do gado no Sertão, a bacia amazônica, o mundo dos quilombos, a esfera de influência missionária, os campesinatos de subsistência na área cultural caipira, as zonas mineradoras, dentre outras.

9. História editorial

Freyre concebeu e escreveu sua obra durante a estada em Portugal e a finalizou em Pernambuco. O resultado foi um calhamaço gigante. Sem um editor para um projeto dessa monta no Recife, procurou um entre seus contatos no Rio. Seria o livreiro e poeta Augusto Frederico Schmidt (1906 – 1965) que reunia pensadores católicos, autores modernistas e regionalistas em sua livraria. Era novo no ramo, pois tinha começado a publicar livros em 1930, descobrindo a Graciliano Ramos. A edição da volumosa obra de 768 páginas foi difícil para um novato como Schmidt, mas deu bons resultados ao editor. A edição de 1933 saiu com o selo Maia & Schmidt, duas outras edições seguintes contam com a marca Livraria Schmidt Editora.

O sucesso de Casa-Grande & Senzala não foi o suficiente para firmar o negócio de Schmidt. Ele venderia sua editora para José Olympio, o qual lançaria a quarta edição em 1943 e arranjaria a publicação das traduções em Buenos Aires (Editora Emecé), Nova Iorque e Londres (ambas pela Knopf). Dez anos depois era lançada em Paris, com prefácio de Lucien Febvre (pela Gallimard) e na Itália (pela Einaudi). Depois de José Olympio, a Record e a atual editora Global continuaram a publicar Casa-Grande & Senzala que, em 2013, estava em sua 53ª edição.

O sucesso editorial de Casa-Grande & Senzala deve-se, além dos aspectos intrínseco da obra, ao momento. Na época, os modernistas e o nacionalismo político estava em voga. À mesma época surgiram outros clássicos da brasiliana. Ainda em 1933 Caio Prado Junior lança a Evolução política do Brasil que seria um prelúdio ao seu Formação do Brasil contemporâneo (1942), mais tarde lançaria o Raízes do Brasil de Sérgio Buarque de Holanda (1936) e a História Econômica do Brasil de Roberto Simonsen (1937).

Com o tempo, tornou-se canônico alguns elementos pré e pós-textuais de Casa-grande & senzala. Há os poemas laudatórios de Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade e João Cabral de Melo Neto. Ora como capa, ora como encarte, a ilustração da casa-grande do Engenho Noruega feita por Cícero Dias pode ser considerada um elemento pioneiro na antropologia visual. Aliás, a obra seria pioneira na representação visual de estudos sociais, como a edição em quadrinhos de Ivan Wasth Rodrigues com colorização de Noguchi. O longo prefácio à primeira edição acompanha sempre a obra e pode ser considerado um capítulo. A biobibliografia de Gilberto Freyre, feita por Edson Nery da Fonseca com base nos papéis do autor, retrata sua trajetória, uma lista de leituras e coleções de honrarias. Os índices temático e onomástico ajudam o leitor a navegar a obra. Um apêndice com a história editorial também dá a ideia do alcance da obra-prima de Freyre.

Freyre concebeu Casa-grande & senzala como o primeiro volume de uma trilogia sobre a Introdução à História da Sociedade Patriarcal no Brasil, nome que serve de subtítulo. Outras peças da trilogia – sempre com títulos dicotômicos –  são Sobrados e mocambos (1936) sobre o Brasil urbano no século XIX e Ordem e progresso (1959) sobre a Primeira República, todos abordando questões raciais sob uma ótica culturalista. Planejava ainda uma quarta monografia, chamada de Jazigo e Covas Rasas.

10. O autor

Nascido em uma família de classe média alta, viveu no casarão familiar, o Solar de Apipucos, então nos arredores de chácaras do Recife. Seu pai era o jurista e professor de Direito, bem como eventual jornalista, Alfredo Freyre de tendências liberais. Gilberto estudou no liceu norte-americano batista enquanto privadamente estudava línguas e lia os clássicos. Por influência da educação batista, converteu-se ao protestantismo aos dezesseis anos, mas abandonaria suas filiações denominacionais depois da vida nos Estados Unidos.

Em época que as classes altas mandavam os filhos para a Europa como um rito de passagem, Freyre foi à Universidade Batista de Baylor em 1918, seguindo a tendência dos egressos do Liceu Batista do Recife. Baylor localiza-se na cidadezinha de Waco no Texas, bem no “Bible Belt”, mas o programa de artes liberais direcionado pelo professor Andrew Armstrong remediava o provincianismo mediante a literatura. Embora seu major era em ciências políticas e sociais, escolheu mais disciplinas das letras (9 em 22 disciplinas no total) que de ciências sociais.

Pela pouca utilidade prática do diploma de bacharel em artes liberais, Freyre continuou seus estudos pós-graduados na Columbia University em Nova Iorque em 1921. Lá cursou o mestrado em Ciências Políticas, Jurídicas e Sociais. Das quatorze disciplinas estudadas somente quatro foram em sociologia e antropologia. Elaborou sua tese sob orientação do historiador latino-americanista William R. Shepherd (1871-1934). Sua tese de mestrado, defendida em 1922 com o título Vida Social no Brasil em meados do século XIX, argumentava que os escravos brasileiros foram melhores tratados e alimentados do que os operários ingleses do século anterior. Na tese original (não em sua tradução publicada mais tarde no Brasil) há uma tendência eugenista e favorecimento da imigração europeia para melhorar o caráter do brasileiro. Indubitavelmente, não se trata de orientações de Franz Boas, o pioneiro da antropologia norte-americana, a quem Freyre gostava de insinuava que fora seu mentor. Todavia, há indícios de influência do círculo boasiano de estudos da cultura e personalidade sobre o autor recifense.

Após concluir o mestrado, Freyre passou um ano viajando pela Europa. Retornou ao Brasil e arranjou um emprego como secretário do governador de Pernambuco, além de contribuir com artigos para os jornais locais. Com a ascensão de Vargas em 1930, acompanha o governador deposto ao exílio. Vai a Portugal e dá uma aula sobre o Brasil em Stanford, quando esboça o Casa-grande & senzala. Outra vez retornado ao país, esperava assumir a cátedra de antropologia da Universidade do Distrito Federal (mais tarde, a Universidade do Brasil), mas Arthur Ramos que contava com um doutorado, ficou com a cadeira. Seria o balde gelo em Freyre para trabalhar na academia, apesar de ocasional docência na Escola Normal e na Faculdade de Direito no Recife.

Integrou a Esquerda Democrática em oposição a Vargas, mas romperia com essa tendência quando foi eleito deputado federal udenista em 1946. Seu mandato não foi notório, exceto ter sido enviado como emissário do Brasil na ONU quando discutiu as questões de raça. Na época, antropólogos como Charles Wangley e sociólogos como Donald Pierson vendiam a imagem de uma democracia racial possível tendo o Brasil como exemplo. A obra de Freyre, já publicada em inglês com o título de Masters and Slaves, veio a calhar. Ganhou renome internacional. Na esteira do sucesso, propôs a criação (e subvenção pública) do Instituto Joaquim Nabuco, fundação sob seu controle na qual trabalhou após o término de seu mandato legislativo até o final da vida.

Chamado por Nélson Rodrigues de “o conservador revolucionário”, Gilberto Freyre adotou várias posturas ambíguas na vida. Politicamente, flertou com o anarco-sindicalismo tanto com o autoritário nacionalismo integral de Maurras. Envolveu-se em escaramuças contra o antissemitismo e o racismo, mas tinha uma visão condescendente do negro. Era aristocrático, mas fumou maconha com canoeiros alagoanos. Ex-protestante, mas o eterno WASP frequentou terreiros do xangô. Puritano, casaria para lá dos 40 anos, mas não sem ter experiência homossexuais. Entusiasmou-se com o golpe de 1964 e orientou o programa da ARENA, mas em 1985 foi um dos proponentes de um estado de bem-estar social democrático, nos moldes de uma social-democracia, na Comissão Afonso Arinos.

“[Gilberto Freyre] Saboreia elogios como bombons”, disse seu admirador Darcy Ribeiro sem um pingo de dolo. Vaidoso, o recifense colecionava honrarias e gostava de gabar de sua rede social influente e erudita. Ora se apresentava como antropólogo, ora como sociólogo, ora como escritor informado pelas ciências sociais. Era um tanto disso tudo.

VEJA TAMBÉM

Manuel Bomfim: A América Latina

Os Sertões

O mundo interior de Farias Brito

SAIBA MAIS

BASTOS, Elide Rugai. “Casa-grande & senzala (Gilberto Freyre)”. In MOTA, Lourenço Dantas (org.). Introdução ao Brasil: um banquete no trópico. São Paulo: SENAC, 2001.

PALLARES-BURKE, Maria Lucia.G. Gilberto Freyre: um vitoriano dos trópicos. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

RIBEIRO, Darcy. Sobre o óbvio: ensaios insólitos. Porto Alegre: L&PM, 1979.

 

 

 

2 respostas para ‘Resumo de Casa-grande & senzala

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