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No fim, boa escrita não é a que mostra o quanto o autor sabe. É a que permite que o leitor compreenda.

Ibsen: Um Inimigo do Povo

A peça expõe tensões que permanecem desconfortavelmente atuais. O choque entre verdade e interesse coletivo mostra como fatos se tornam politicamente inconvenientes. A regra da maioria, pilar da democracia liberal, surge como força potencialmente opressiva quando movida por medo, conveniência ou autoengano. A opinião pública não garante justiça; pode ser apenas a forma organizada da covardia.

Fomos Citados: reportagem na Suécia

Entrevista dada ao diário sueco Dagen

Fabritius: um diplomata brasileiro entre a Suécia, Rússia e Pérsia do século XVII

Ludvig Fabritius chegou acorrentado a Isfahan. O calor da Pérsia do século XVII lembrava sua terra nativa, Brasil. Esperto, pôs-se a vender remédios, mesmo sem falar a língua (e tampouco a medicina ou a farmacologia). Logo compraria sua alforria e viraria um diplomata a serviço da Suécia. Pouco conhecido pela historiografia brasileira, este personagem pícaro... Continuar Lendo →

Anders Kempe: o soldado pacifista

Longe do lar na idílica Suécia, o artilheiro sentia cheiro de sangue, pólvora e madeira queimada. Anders Kempe (1622-1689) iniciou sua carreira como soldado, imerso nos horrores da Guerra dos Trinta Anos. Em um campo de batalha coberto pela neve, entre cadáveres calados e gemidos de dor, o soldado experimentou a primeira de suas visões.... Continuar Lendo →

Duas comédias suecas

Um homem chamado Ove e O ancião que pulou a janela e desapareceu são dois romances suecos que chegaram às telonas.

Swedenborg: teoria da correspondência

Uma teoria complexa para duvidar da realidade.

Kierkegaard: Temor e tremor

Qual o limite de sua fé?

O Rei e a Florista

Søren Kierkegaard. Fragmentos filosóficos, II Era uma vez um jovem rei que governava um pequeno reino. O rei vivia em um castelo com seus servos, mas não tinha uma esposa. Toda semana passeava pelo seu reino para ver como andavam as coisas. Um dia, ao retornar ao castelo,  passou por uma praça. Lá viu uma... Continuar Lendo →

Magnus Söndhal

Nas margens pouco frequentadas da história intelectual do Brasil e do Atlântico Norte encontra-se a figura singular de Magnus Söndhal (1865–1921), polímata excêntrico, inventor de línguas e fundador de sociedades de inspiração esotérica. Islandês de nascimento e brasileiro por adoção, Söndhal reuniu interesses que iam da engenharia à música, da linguística à metafísica, sustentando uma... Continuar Lendo →

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