Muito antes da chegada dos europeus, os povos das Américas cultivaram formas de registrar o mundo. As narrativas orais entrelaçavam cosmogonias, épicos heroicos, cantos rituais e discursos sagrados. Inscrições eram feitas em pedra, cerâmica e tecidos. Sistemas pictográficos, ideográficos, hieroglíficos e mnemônicos organizavam o saber. A literatura indígena pré-colombiana encontrava registros além da palavra falada... Continuar Lendo →
Fabritius: um diplomata brasileiro entre a Suécia, Rússia e Pérsia do século XVII
Ludvig Fabritius chegou acorrentado a Isfahan. O calor da Pérsia do século XVII lembrava sua terra nativa, Brasil. Esperto, pôs-se a vender remédios, mesmo sem falar a língua (e tampouco a medicina ou a farmacologia). Logo compraria sua alforria e viraria um diplomata a serviço da Suécia. Pouco conhecido pela historiografia brasileira, este personagem pícaro... Continuar Lendo →
O Cao Đài e a Umbanda
Em 1908, nos subúrbios de Niterói, um jovem de dezessete anos chamado Zélio Fernandino de Moraes incorporou, em uma sessão espírita, uma entidade que se identificou como o Caboclo das Sete Encruzilhadas e declarou a fundação de uma nova religião. A historiografia atual relativiza essa cena como ato fundador isolado e a compreende como parte... Continuar Lendo →
David: La perle du Brésil
Uma ópera ambientada no Brasil
O deus portátil
Mudou o artefato, a essência continua a mesma.
O grito do Ipiranga: 200 anos
Uma reconstrução histórica do Grito do Ipiranga.
Precariado: uma nova classe social normal
Vivemos numa época em que a ideia de futuro virou um luxo. As promessas modernas — estabilidade, carreira, identidade profissional — evaporaram como fumaça de cigarro em um restaurante vegano. O sujeito contemporâneo já não é mais proletário; tampouco é burguês. É precário. O precariado é essa nova criatura social, meio espectro, meio estagiário eterno,... Continuar Lendo →
Guimarães Rosa e seu Grande Sertão: Veredas
O monólogo do velho fazendeiro recapitula seu passado a um interlocutor anônimo. Trata da vida e vê o mundo a partir do sertão.
Nísia Floresta e a civilização incompleta
No século XIX, enquanto o vocabulário político da modernidade começava a se consolidar — liberdade, progresso, direitos — uma voz brasileira formulou uma pergunta desconcertante: que valor têm essas palavras se metade da população permanece intelectualmente confinada? Com essa inquietação, Nísia Floresta Brasileira Augusta (pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto) abriu uma das intervenções mais ousadas... Continuar Lendo →
Brasiliana: 100 livros essenciais sobre o Brasil
Seleção de títulos fundamentais para entender o Brasil.
