Categoria: Literatura

As mediocracias negaram sempre as virtudes, as belezas, as grandezas; deram veneno a Sócrates; o madeiro a Cristo; o punhal a Cesar; o desterro a Dante; o cárcere a Galileu; o fogo a Bruno. E, enquanto escarneciam desses homens exemplares, esmagando-os com a sua sanha ou armando contra eles algum braço enlouquecido, ofereciam o seu servilismo a governantes imbecis ou davam o seu ombro para sustentar as mais torpes tiranias. A um preço: que estas garantissem às classes fartas a tranquilidade necessária para usufruir seus privilégios.

…sem derramamento de sangue não há remissão. Hebreus 9:22 Em um lugar idílico a paz aparente é interrompida pelo derramar de sangue. A pequena comunidade vira um caos. Um sacrifício precisa ser feito. A morte há de ser violenta. Violência e sagrado por René Girard O mitologista e antropólogo filosófico francês René Girard (1923 –2015) propõe […]