A tendência de exibir livros e, implicitamente intelectualismo, nas redes sociais e na cultura pop ganhou contornos concretos nos últimos anos. Tais contornos cristalizaram-se na figura da literary it-girl, um arquétipo que condensa leitura, estética e performance pública. Esse tipo social, no qual uma figura feminina toma dianteira, não surge de forma espontânea. Antes, resulta... Continuar Lendo →
O Livro do Desassossego e A Montanha Mágica
Livrões para 2026
Desvendando ‘Gödel, Escher, Bach’ e ‘A Odisseia’
Menos livros, mais profundidade: explorando Gödel, Escher, Bach e A Odisseia em grego com reflexões e descobertas em uma leitura lenta neste ano.
Foco, leitura e ansiedade: porque entender está mais difícil
Sente dificultade em terminar suas leituras? Há motivos para isso.
Mais um tijolo na parede
Todos nós já experimentamos a futilidade de tentar mudar uma convicção forte de alguém, especialmente se a pessoa convicta tiver feito algum investimento em sua crença. Estamos familiarizados com a variedade de defesas engenhosas com as quais as pessoas protegem suas convicções, conseguindo mantê-las ilesas durante os ataques mais devastadores. Mas a desenvoltura do homem... Continuar Lendo →
A responsabilidade do leitor
As potencialidades da hermenêutica para subsidiar uma leitura responsável de textos sagrados.
Pardes: os níveis da exegese judaica
Os múltiplos níveis de interpretação da exegese judaica elucidam obras abertas.
Calvino: Por que ler os clássicos?
O escritor Italo Calvino explica seus critérios para considerar clássica uma obra.
Listas de leitura
Uma lista das listas de livros.
As sete regras de interpretação de Hillel
Um dos mais antigos métodos hermenêuticos ainda em uso.
