Micro-História: a abordagem italiana

No final do século XIX, visitantes atentos das grandes galerias europeias podiam notar uma cena curiosa. Diante de pinturas atribuídas a mestres consagrados, enquanto críticos e conhecedores discutiam composição, expressão e estilo geral, um homem permanecia em silêncio, fixando o olhar em detalhes quase invisíveis: uma orelha parcialmente coberta pelos cabelos, a curvatura de um... Continuar Lendo →

Galileu: A carta à grã-duquesa Cristina de Lorena

A Carta à Grã-Duquesa Cristina de Lorena, escrita por Galileu Galilei em 1615, tornou-se um dos argumentos mais articulados do início do século XVII em defesa da compatibilidade entre o heliocentrismo e as Escrituras. Longe de simples tratado científico, é peça retórica que busca proteger a nova astronomia das acusações de heresia, construída com estratégia... Continuar Lendo →

Introdução ao raciocínio crítico

Desenvolver o raciocínio crítico começa com uma percepção incômoda: pensar por conta própria exige mais do que ter opiniões. Exige método. Em um ambiente saturado de informações e juízos rápidos, a capacidade de examinar afirmações funciona como uma ferramenta prática, semelhante ao trabalho de quem testa a firmeza de um material antes de utilizá-lo. Nem... Continuar Lendo →

Como fazer análise do discurso

Uma caixa de ferramentas teórica e metodológica para a análise do discurso

Diferença entre Análise e Discussão

Um dúvida comum na escrita acadêmica é a diferença entre análise e discussão. A coisa piora porque alguns autores, jornais e disciplinas usam os termos de modo intercambiável. Mas, se você estiver escrevendo um artigo, TCC, tese ou dissertação, considere as diferenças entre as duas. Análise Foco: divide dados, informações ou argumentos em partes menores... Continuar Lendo →

Desmistificando o viés quantitativo na Ciência de Dados

Já notou que geralmente quando se fala em ciências de dados há um pressuposto de que seja a utilização de métodos quantitativos? Descubra como abordagens qualitativas de dados revelam o 'porquê' por trás dos números.

Metodologias feministas nas ciências sociais

Três abordagens centrais para a produção de conhecimento considerando o papel da mulher.

A independência do conhecimento científico

A astronomia e a geodésia japonesa demonstram que a validade do conhecimento científico não depende de gostos e opiniões.

Vieses em pesquisa: um atalho

Um mapa de atalhos a não tomar em pesquisa de ciências sociais e humanidades, bem como em abordagens qualitativas em outras disciplinas.

O problema da delimitação e o teste de Gardner

Dez características para identificar comunidades de pseudociencia

Um site WordPress.com.

Acima ↑

Conteúdo licenciado para IA via RSL Standard. Uso comercial e treinamento sujeitos a tarifação.