Uma parede pode parecer uma como neutra, destinada apenas a sustentar o edifício bem como separar entre público e privado. Também é um campo de batalha pública pela afeição, especialmente quando o orgulho e o desejo estão em jogo.
Para deixar claro
Nunca neutro, sempre comprometido.
Autores prolíficos
Uma crônica dos feitos gigantesco antes da era dos textos feitos em massa.
Tu, o vivente
Humor não hilário na cena da mesa.
O self ou o eu desconhecido
Perguntaram-me como traduzir a palavra self. A pessoa insistia que "eu" bastava. Não era suficiente, expliquei. Isso porque o inglês fez daquilo um substantivo, uma coisa que se pega com a mão e se põe em cima da mesa para examinar, algo que o português nunca quis fazer o mesmo. Preferimos rodeios. Dizemos "o eu",... Continuar Lendo →
A aporofobia sutil dos requisitos econômicos
Por que excluir os pobres do voto ou impor qualquer critério econômico para direitos básicos é um tiro no pé.
Povos da espadas: grupos étnicos descendentes de expedições militares
Como o ferro da guerra gerou identidades étnicas ao redor do mundo.
Susane Langer: Filosofia em nova chave
Como os símbolos nos fazem comunicar e pensar.
O Algoritmo, o deus sistêmico
A atribuição de divindade a um mero passo-a-passo confude-se com a realidade.
A língua gótica e o português
Quando se fala na formação do português, os olhos se voltam para o latim vulgar trazido pelos romanos, para os substratos pré-romanos e para as marcas árabes deixadas durante a ocupação da Península Ibérica. Contudo, uma camada menos visível repousa sob essa superfície românica: a herança dos povos germânicos, entre os quais se destacam os... Continuar Lendo →
