Ler muitos livros ou ler muito um só livro? As vantagens de se ler sempre o mesmo autor ou obra.
Clássicos Indianos
Se há civilizações que pensaram o mundo, a Índia antiga pensou também o próprio ato de pensar. Seus textos mais antigos não começam com leis ou narrativas de reis, mas com perguntas: de onde veio o ser? O que é o eu? O que sustenta a ordem das coisas? Muito antes de a filosofia se... Continuar Lendo →
Construção do Leitor Implícito: Wolfgang Iser
Ao lermos uma história de Sherlock Holmes, participamos de um jogo familiar: seguimos as observações de Watson, examinamos as pistas apresentadas e aguardamos ansiosamente a revelação final de Holmes, que conecta os pontos de uma forma que nos escapou. A própria estrutura narrativa -- a apresentação do mistério, as deduções brilhantes, o contraste entre a... Continuar Lendo →
O Círculo Hermenêutico para leituras críticas
O Círculo Hermenêutico é uma maneira reflexiva de interpretar dados com base em outras informações. A hermenêutica é a arte e o método de interpretar significados expressos textualmente. Como disciplina, a hermenêutica estuda e sistematiza os processos para construção e justificação dos sentidos de um texto ou de um análogo ao texto (artefatos, cultura material, ritual, organização e outros).
Umberto Eco: a criação do leitor modelo
Sua bagagem cultural e versatilidade fazem de Umberto Eco um exemplar romancista, cronista, crítico, semiótico, filósofo, medievalista, etc, etc, etc...Mas, há mais dele que mereça ser lido. À parte de suas obras de ficção (O nome da rosa a mais popularmente conhecida), algumas de suas obras de teoria da comunicação A Obra Aberta, O Papel... Continuar Lendo →
Lendo metáforas como metáforas
Há um erro de leitura que pode acontecer tanto aos bons leitores quanto aos maus. Alguns dos primeiros cometem-no, enquanto alguns dos segundos, não. Basicamente, supõe-se uma confusão entre a vida e a arte; inclusive a incapacidade de reconhecer a existência da arte. Sua manifestação mais rude ocorre ridicularizada no velho conto do rústico que... Continuar Lendo →
Sobre os estudos
Francis Bacon Os estudos servem ao deleite, ao ornamento e à capacitação. Seu uso principal para o deleite serve à vida privada e retirada; para o ornamento, aos discursos; para a capacitação, serve ao escrutínio e à condução dos negócios. Desta forma, os homens experientes podem executar e talvez julgar minuciosamente a cada caso, mas... Continuar Lendo →
Lista de leitura de Oxford medieval
As obras prescritas em Oxford em 1267 eram as seguintes: Lógica Antiga (Vetus Logica): Porfírio, "Isagoge"; as "Categorias" e "Da Interpretação" (De Interpretatione) de Aristóteles; e os "Seis Princípios" (Sex Principia) de Gilberto de la Porrée, duas vezes; as obras de Lógica de Boécio (exceto "Tópicos", livro IV), uma vez. Lógica Nova (Nova Logica): Aristóteles,... Continuar Lendo →
Lista de leitura da Universidade de Paris medieval
Com base nos estatutos e regulamentos originais (extraídos do Chartularium Universitatis Parisiensis e outros registros), listamos as leituras obrigatórias e o currículo da Universidade de Paris na Idade Média. As listas de leituras mais detalhadas aparecem na Faculdade de Artes (a faculdade básica). A Teologia tem regras mais procedimentais, centradas na Bíblia e nas Sentenças... Continuar Lendo →
Livros e dicas sobre leituras
A leitura faz um homem completo; a discussão um homem pronto; a escrita um homem exato. Portanto, se alguém escreve pouco, precisa ter uma memória boa; se alguém discute pouco, precisa ter uma perspicácia atual; se alguém lê pouco, precisa ter muita astúcia para fingir saber o que não sabe. Francis Bacon, Sobre os estudos. Infelizmente,... Continuar Lendo →
