Um roteiro de leitura para a antropologia

Mapa polinésio

Mapa de gravetos polinésio. Ilhas Marshall. Museu Etnográfico de Estocolmo.

Os povos malaio-polinésios foram um dos maiores navegadores. Singraram da Ilha de Páscoa ao Madagascar, do Havaí à Nova Zelândia. Utilizavam meios sofisticados de comunicar seus roteiros, como essa carta náutica acima, feita com gravetos. Esse artefato nada significa ao não iniciado, ao menos que haja alguma forma de transmissão cultural. É algo semelhante proposto nesse roteiro de leitura das obras “clássicas” da antropologia.

É muito pretensioso assumir que há um único caminho para conhecer os textos, questões e trabalhos mais relevantes na antropologia. Mas segue aqui algumas sugestões para quem queira iniciar uma leitura “séria” e ir-se aprofundando. Obviamente, há meus vieses de formação e preferências.

Uma distinção inicial. Etnografia é tanto o processo de coletar dados em campo quanto o produto resultante, normalmente livros e artigos que reportam e analisam essa informação empírica. O termo etnologia é empregado tanto para trabalhos comparativos quanto as análises teóricas com base em etnografias. Etnologia também é empregada para estudos compreensivos de povos em “casa”, acepção que alguns antropólogos alemães trouxeram ao Brasil para referir-se à etnologia indígena.

Creio que o melhor modo de conhecer antropologia é conhecer o que os antropólogos fazem. Por isso, esse roteiro é orientado por obras etnográficas e etnológicas, com pitadas de discussões teóricas e outras obras instrumentais.

Começando aos poucos…

Esses textos breves e clássicos são agradáveis e dão uma amostra sobre o quê a antropologia se ocupa.

O capítulo introdutório de Malinowski (1978) é um registro clássico da impressão de ser deixado sozinho no campo de trabalho. Outro relato, divertido até, desse estramento encontra-se em Bohannan (1966). Alguns trabalhos que beiram o ensaio e a ficção transmitem com vivas cores essa impressão, como faz Borges (1969, 1970) e Miner (1956), ou na análise etnológica de Linton (2003). Vale a pena lê-los todos. Como complemento, há textos mais “sérios” sobre o trabalho do antropólogo (DA MATTA, 1978; DE OLIVEIRA, 1998).

Na hora de partir para algo mais substancial, Benedict (2013) faz parte do rito de iniciação. Esse livrinho instigou gerações de antropólogos, questionou as bases do preconceito. Ainda sobre cultura, conceito tão caro (e controverso), Laraia (2001) introduz com maestria esse construto.

Para ter uma visão ampla dos temas e questões tratadas pela antropologia, há dois caminhos. Um são os manuais e introduções. A respeito de livros e manuais introdutórios disponíveis no Brasil e Portugal, recomendo cautela. Geralmente são obras ou defasadas que continuam a serem impressas ou traduzidas sem considerar questões antropológicas locais. Tenha ressalvas em ler essas obras (LAPLATINE, 1993; LINTON, 1986; MONTAGU, 1972; RIVIÈRE, 2016), mas há algumas que estão atualizadas e contextualizadas, escolha uma delas que será suficiente para servir como linha-mestra (Batalha 2004; Gomes 2009; Marconi e Presotto 2010; Kottak 2013).

Outra abordagem é ler coletâneas. Em menos de 270 páginas Castro (2016) faz um apanhado que inclui textos de Morgan, os difusionistas, Boas, Durkheim, Mauss, Radcliffe-Brown, Malinowski, Benedict, Firth, Lévi-Strauss, Louis Dumont, Victor turner, Geertz e Sahlins. Há boas seleções caso leia em inglês (ERICKSON; MURPHY, 2013; MCGEE; WARMS, 2008; MOORE, HENRIETTA L.; SANDERS, 2014). Esses textos permitem aprofundar-se nas questões teóricas. Ortner (1984, 2016) providencia uma visão geral e crítica dos desenvolvimentos teóricos das últimas décadas, bem como da história da própria antropologia.

Falando em história da antropologia, são poucas as abordagens gerais em português (Eriksen e Nielsen 2007; ERICKSON e MURPHY 2015), enquanto há em outras línguas panoramas históricos e teóricos (BARNARD, 2000; BARTH et al., 2010; HARRIS; DEL TORO, 1999; MOORE, JERRY D, 2000). Sobre a antropologia no Brasil, dois textos são fundamentais (MELATTI, 1983; PEIRANO, 1990).

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Os livros citados até aqui são o suficiente para uma educação sólida em antropologia para uma compreensão não profissional. Caso queira aprofundar, há algumas etnografias frequentemente citadas, além de reflexões e debates teóricos. (Desculpem-me por não padronizar em um só estilo de referência). A escolha de quais delas ler depende do seu interesse em tópicos, temas, métodos, áreas e povos específicos. Antes começar a ler as etnografias, recomendo ler sobre etnografia como processo de escrita:

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TARDE, Gabriel. Monadologia e sociologia e outros ensaios. Rio de Janeiro: Cosacnaify.

Sugestão de post pela leitora Carol Fantinel.

Uma resposta para “Um roteiro de leitura para a antropologia

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