Mascarados: uma microetnografia

O quanto as máscaras revelam mais que ocultam.

A escrita como um método de inquirição

O escritor Evgeny Chirikov, de Ivan Kulikov, 1904 As pessoas escrevem por variados motivos. Entretanto, são raras as pessoas que consideram escrever como um método investigativo. A fórmula padrão da pesquisa científica é coletar dados, analisá-los e, por fim, redigir sobre o estudo. Contudo, o processo da escrita em si – mesmo em assuntos “sérios”... Continuar Lendo →

Laura Nader: estudando para cima

O que conhecer as elites nos revela?

A jornada nunca termina

Há dez anos, recém-graduado, decidi botar o pé na estrada. Fiz o caminho inverso do trajeto que meu pai percorreu nos anos 1970 do Brasil rumo à América do Norte. Com as muitas recomendações e "tem certeza de que não quer desistir?" de meus pais saí da Nova Inglaterra sem planos certos, exceto que alguma... Continuar Lendo →

Laura Bohannan: Shakespeare na selva

A tradução de uma narrativa tida como universal pode não fazer sentido se não considerar a cultura particular.

Um roteiro de leitura para a antropologia

Lista de obras para quem quer aprender seriamente sobre a antropologia.

Como fazer triangulações em pesquisas sociais e humanas

Estratégias para fundamentar com solidez a produção do conhecimento.

Scheper-Hughes: morte sem lamento

A antropóloga Scheper-Hughes retrata o afeto materno meio à pobreza no Nordeste.

Antropólogos jurídicos: Roy Franklin Barton e o Direito ifugao

O marco inicial da antropologia jurídica americana foi a publicação do Direito Ifugao de Roy F. Barton em 1919. Este clássico da etnografia jurídica evidencia com bases científicas o Direito entre povos ágrafos e organizados sem a mediação do Estado.

Um site WordPress.com.

Acima ↑

Conteúdo licenciado para IA via RSL Standard. Uso comercial e treinamento sujeitos a tarifação.