Écloga IV de Virgílio: A écloga messiânica

O poema conta nascimento de um menino, um salvador, que – sendo divino – um dia governará o mundo. A recepção dos versos de Virgílio ganhou novos significados no cristianismo.

A incômoda descoberta dos livros de Numa Pompílio

Quando o conhecimento sobre as coisas sagradas causou desconforto político.

A alvorada dos ídolos

A perniciosidade da construção contemporânea de ídolos da mentira e da mortandade.

A tragédia de Medeia em um ato

Um conto sobre um ensaio acerca dessa tragédia de Eurípedes publicado na revista @ahoradaescrita

Credencialismo e cultura bacharelesca

O perspicaz Lima Barreto retratou formidavelmente a sanha por títulos acadêmicos no país. Tal como na satírica Bruzundanga, no país da piada pronta ter um título vale mais que ser cidadão. É a garantia de não ser confundido com um reles mortal. Isso explica a mentira descarada no CV. Não é preciso ser honesto, nem... Continuar Lendo →

Mascarados: uma microetnografia

O quanto as máscaras revelam mais que ocultam.

Durkheim: O futuro da religião

Este foi um discurso improvisado proferido por Émile Durheim em uma sessão da União de livres-pensadores e livres-crentes por uma cultura moral em 18 de janeiro de 1914. Os livres- pensadores eram um movimento orientado pela atitude de duvidar de dogmatismo e argumentos de autoridade. Era notória a rejeição de explicações sobrenaturais para os fenômenos.... Continuar Lendo →

A árvore de Porfírio

Diante do desconhecido todos nós empregamos nossos pressupostos, vieses e categorias pessoais para encaixar cada coisa no seu nicho. Uma das formas mais simples e clara de organizar a informação é o esquema em forma de árvore. Esse modelo tem autoria: o filósofo Porfírio de Tiro. As cinco palavras de Porfírio Quinque voces Porphyrii Porfírio... Continuar Lendo →

Adam Smith: A divisão do trabalho

Um dos trechos de umas obras clássicas da economia e sua hermenêutica apropriada.

Amor ao próximo, ódio ao distante

Quantas pessoas você tem coragem de matar agora a distância? Essa questão, por monstruosa que seja, já faz parte do cotidiano. Antes era um mero exercício de pensamento de alguém tocar uma campainha e lucrar com a morte de um chinês no outro lado do mundo. Hoje, com um mero clique propaga-se informações que levam... Continuar Lendo →

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