Tudo que as alegorias pretendem dizer é somente que o incompreensível é incompreensível, e isso já sabemos. Mas os problemas com que lutamos diariamente são uma coisa diferente. Sobre esse assunto, um homem perguntou certa vez: “Por que tanta teimosia? Se apenas seguissem as alegorias, vocês também se tornariam alegorias e dessa forma resolveriam todos... Continuar Lendo →
O gótico fúngico
O gótico fúngico expõe a audiência a uma natureza indiferente que dissolve tanto as fronteiras corporais quanto própria narrativa (autoenganosa) de dominação humana sobre uma "natureza" manipulável.
O Alarme
Alarme falso em condomínio expõe falsidades atrás dos muros.
Mineração no fundo do mar: riscos e riquezas
O fundo do mar reserva riquezas que nos podem ser úteis, mas devemos explorá-lo?
Dias de cão, tempos de pepino
Quando a paradeira chega.
Se tempo fosse dinheiro
Um algoritmo calcula a data de morte das pessoas, impactando a sociedade de várias maneiras. As seguradoras inicialmente se beneficiam, mas a procura por seguros diminui. Relações pessoais se deterioram e o estresse aumenta, enquanto o tempo de vida se torna uma moeda. Essa transformação gera desigualdade e angústia existencial.
Sontag: Contra a Interpretação
Susan Sontag escreveu Contra a Interpretação [Against Interpretation] em 1964 com a convicção de que a crítica moderna havia se tornado refém de uma obsessão pelo significado. Para ela, essa busca incansável por “conteúdo” empobrece a experiência estética, anestesia o olhar e transforma a obra de arte em simples enigma a ser decifrado. Ao reconstruir... Continuar Lendo →
Sontag: Sobre a Fotografia
Susan Sontag abre o ensaio Sobre a Fotografia [On Photography], descrevendo a fotografia como um gesto de apropriação. Fotografar é tomar para si aquilo que se filma, estabelecer com o mundo uma relação que se confunde com saber e poder. Cada imagem funciona como experiência capturada, o instrumento ideal de uma consciência em disposição adquiridora.... Continuar Lendo →
A tragédia de Medeia em um ato
Um conto sobre um ensaio acerca dessa tragédia de Eurípedes publicado na revista @ahoradaescrita
Mark Twain: Como aprender alemão
Um pouco de saber faz do mundo inteiro uma família. — Provérbios 32:7. Eu costuma frequentemente ir admirar a coleção de curiosidades no Castelo de Heidelberg, e um dia surpreendi o guardião com meu alemão. Falei inteiramente nessa língua. Ele ficou muito interessado; e depois que conversei por um tempo, disse que meu alemão era... Continuar Lendo →
