Candido: Formação da literatura brasileira

CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos, 1750–1880. 6. ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 2000 [original de 1959]. Uma obra literária existe duas vezes: quando é escrita e quando é lida. Mas para que haja leitura contínua, para que autores se reconheçam em tradições e públicos saibam o que esperar e o que cobrar, é... Continuar Lendo →

Carmen de Bizet

Um amor livre, mas trágico: as árias Habanera e Toreador de Carmen.

Ode à Alegria: Schiller e Beethoven

Um exultante apelo à solidariedade humana.

A noite de Santa Valburga

O clímax da lassidão de Fausto de Goethe no dia das bruxas.

Romantismo: o conceito do sublime

Entre os séculos XVIII e XIX, o conceito de sublime ocupou uma posição central na reflexão estética europeia. Longe de designar apenas o belo elevado, o termo passou a nomear uma experiência limite, marcada por grandeza, temor e desproporção. O sublime não se confunde com o agradável; ele perturba, excede e desloca. Surge quando o... Continuar Lendo →

Elementos góticos em seriados de TV

Ninguém está seguro. A estética narrativa gótica junta a violência, o sacrifício, a estranheza, a transgressão dos limites da realidade e de nossa psicologia.

As noites lúgubres de Cadalso

José Cadalso (1741–1782) foi uma das figuras mais singulares do Iluminismo espanhol. Sua obra Noches lúgubres ocupa um lugar ambíguo: nasce no século da razão, mas antecipa a sensibilidade sombria do romantismo. Noches lúgubres é um texto breve, inacabado, estruturado como diálogo dramático. A ação é simples e perturbadora. Tediato, o protagonista, tenta desenterrar o... Continuar Lendo →

Stendhal: amor e sociedade

Stendhal, pseudônimo de Marie-Henri Beyle, ocupa uma posição singular na literatura do século XIX. Sua obra combina análise psicológica rigorosa com observação social aguda, como se cada personagem fosse ao mesmo tempo indivíduo e sintoma. Em sua época, passou quase despercebido. Hoje, figura como um dos grandes arquitetos do romance moderno, sobretudo pela maneira como... Continuar Lendo →

Aufklärung: o iluminismo alemão

O Aufklärung foi o ramo alemão do Iluminismo do século XVIII. Este movimento intelectual redefiniu as relações entre razão, religião, Estado e cultura. Embora compartilhasse com o Iluminismo europeu o interesse pela razão, pela ciência e pela liberdade individual, distinguiu-se por seu caráter sistemático, filosófico e espiritual. Em vez de rejeitar completamente a religião ou... Continuar Lendo →

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