Hannah Arendt: humanidade e liberdade

Hannah Arendt (1906-1975) enfrentou o século XX questionando a política, a liberdade, o totalitarismo e as condições da vida humana. Embora seus trabalhos não constituam um sistema filosófico unificado, suas contribuições interdisciplinares permeiam a filosofia política, os estudos sobre o totalitarismo e a ética.

O que é política, afinal?

Os pastoralistas indoeuropeus não poderiam imaginar que o nome dado às suas cidadelas fortificadas no topo das colinas rochosas gregas iria resumir grande parte das ações humanas. O grego pólis (de onde veio a polícia) é a raiz de vários conceitos. As cidades-estados gregas eram orientadas pela gestão das coisas da pólis, a politika. O... Continuar Lendo →

Sinopse dos livros de Aristóteles

Por Leonardo Marcondes Aves. Atualizado em 25.08.2025 A obra de Aristóteles (384-322 a.C.), aluno de Platão e tutor de Alexandre, o Grande, constitui outro pilar fundamental do pensamento ocidental, abrangendo praticamente todas as áreas do conhecimento de sua época. Nascido em Estagira, sua abordagem filosófica e científica, desenvolvida em grande parte no Liceu, sua escola... Continuar Lendo →

Fomos citados: reconciliação meio à violência eleitoral

Dei uma entrevista à Folha de Londrina sobre os riscos da escalada de violência por polarização política. Empregando a Escala de Allport, é possível diagnosticar tanto esse risco quanto medir os passos para a rencociliação política. Nesse mesmo caminho, recomendo: https://www.youtube.com/watch?v=dKggA9k8DKw Nadler, Arie, Thomas Malloy, and Jeffrey D. Fisher, eds. Social psychology of intergroup reconciliation: From... Continuar Lendo →

Constituição cidadã: a ingenuidade de uma nação

O preâmbulo e o discurso de Ulysses de Guimarães na promulgação da Constituição de 1988.

Sidney Hook: A ética da controvérsia

As regras básicas de debater algo controverso em uma democracia.

Discurso de Jango na Central do Brasil em 1964

As reformas planejadas foram atrasadas pelo golpe que atrapalhou o desenvolvimento do país.

Democracia sem heróis

A responsabilidade pela ação política em uma democracia não deve e não pode depender de um herói, por mais bem intencionado que seja.

Democracia e participação no Brasil

O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada. Era um fenômeno digno de ver-se. O entusiasmo veio depois, veio mesmo lentamente, quebrando o enleio dos espíritos. Aristides Lobo. Diário Popular. Rio, 15/11/1889. Como disse, Lima Barreto "o Brasil não tem povo, tem público". Uma... Continuar Lendo →

Oração fúnebre a Júlio César

Na peça de Shakespeare, Marco Antônio tem a permissão de Bruto para fazer as elegias a Júlio César mas sem que o implicasse no assassinato. Com sarcasmo usa as justificativas dos conspiradores para denunciar os inimigos da república.

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