Fomos citados: reconciliação meio à violência eleitoral

Dei uma entrevista à Folha de Londrina sobre os riscos da escalada de violência por polarização política. Empregando a Escala de Allport, é possível diagnosticar tanto esse risco quanto medir os passos para a rencociliação política.

Nesse mesmo caminho, recomendo:

Nadler, Arie, Thomas Malloy, and Jeffrey D. Fisher, eds. Social psychology of intergroup reconciliation: From violent conflict to peaceful co-existence. Oxford University Press, 2008.

Ferguson, Neil, and Shelley McKeown. “Social identity theory and intergroup conflict in Northern Ireland.” Understanding Peace and Conflict Through Social Identity Theory. Springer, Cham, 2016. 215-227. 10.1007/978-3-319-29869-6_14

3 comentários em “Fomos citados: reconciliação meio à violência eleitoral

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  1. Interessante, o exemplo norueguês bate com a minha experiência. Depois de fazer parte de uma escola comunitária acredito que a democracia é algo como um esporte competitivo e de contato. Sim, estamos competindo para que nossas ideias sejam aceitas no grupo, mas no final das contas precisamos apertar as mãos e aceitar quando o concorrente/companheiro foi mais feliz.

  2. Sim. Inclusive a participação em esportes com uma competitividade sadia é uma das estratégias de construção de confiança mútua e de reconciliação. Um fato é: democracia não é algo dado, mas construído. E sua construção não se dá pela homogeneidade forçada, mas pelo respeito àqueles que estão no jogo. Esperemos pelo melhor.

    1. Vou guardar esse termo “homogeneidade forçada” para reuniões futuras. Acho que é um dos problemas desses grupos é justamente esse, disfarçado de consenso. Um problema desses grupos é a tendência ao groupthinking. Mas concordo que é só a prática da vida em grupo que vai minorar esses problemas.

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