“Temos a arte para não morrer da verdade.” — Nietzsche, O Nascimento da Tragédia O Nascimento da Tragédia (1872), primeira obra filosófica de Friedrich Nietzsche, é uma genealogia estética da tragédia grega como também é um manifesto contra a racionalidade triunfante. A obra é uma tentativa ousada de reconciliar o homem moderno com o abismo... Continuar Lendo →
Dostoievski: Notas do subsolo
Questionamentos perenes sobre a existência nos limites da liberdade, razão e ... da maldade.
Filosofias da democracia radical
Ao longo das décadas posteriores a 1968, desenvolveu-se na França — e, mais tarde, em outros contextos europeus e latino-americanos — uma filosofia política pós-marxista e profundamente antitotalitária. Essa linhagem intelectual centrou-se nos conceitos de autonomia, instituição social-histórica da sociedade, constituição simbólica do político e contingência radical da ordem social. Claude Lefort, Cornelius Castoriadis, Marcel... Continuar Lendo →
Lévy: A inteligência coletiva
A obra A Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia do Ciberespaço, de Pierre Lévy, publicada originalmente em francês no ano de 1994 e traduzida para o inglês em 1997 por Robert Bononno, representa um marco visionário. Lévy, filósofo e teórico cultural francês nascido em 1956, possui formação avançada em sociologia, história da ciência e ciências da... Continuar Lendo →
Antropologia filosófica: a constituição básica do ser humano
O que é o ser humano? Posições básicas da constituição humana e as disciplinas que lidam com essa questão.
A emergência: a soma do todo é mais do que as partes
A emergência: a soma do todo é mais que as partes.
Montesquieu: O Espírito das Leis
A liberdade dentro das leis de um Estado no qual o poder está separado.
Aristóteles: As quatro causas
Não temos conhecimento de algo até que conhecemos suas causas.
Marcuse e o homem unidimensional
Herbert Marcuse em O Homem Unidimensional (1964) argumenta que a sociedade industrial avançada reduz a complexidade da experiência humana a uma superfície plana de necessidades fabricadas, em que o potencial para a crítica e a transformação social é esmagado por uma racionalidade tecnológica totalizante.
Gilles Deleuze e Félix Guattari: rizomas e subversão do desejo
Gilles Deleuze e Félix Guattari, pensadores franceses do século XX, desorganizam estruturas estabelecidas na filosofia, psicanálise e política. Suas obras, fruto de uma colaboração intelectual intensa, propõem um pensamento que celebra a multiplicidade e a fluidez contra a rigidez das identidades fixas.
