Alusões a autores gregos no Novo Testamento

No Novo Testamento existem algumas citações colocadas na voz de Paulo, e uma em 2 Pedro, de autores gregos. Essas citações demonstram a familiaridade e o contato dos autores neotestamentários com a cultura helenista. Os textos abaixo foram extraídos do Novum Testamentum Graece, na edição de Nestlé-Aland 28, ilustram a familiariedade dos clássicos gregos no ambiente cultural do antigo cristianismo. Notoriamente, aparecem em contextos de mobilidade e diáspora, sinais de uma hermenêutica migrante.

ReferênciaTexto bíblico Fonte gregaTexto grego (tradução)
Atos 26:14 (cf. Atos 9:5, também na Almeida Revista e Corrigida)“E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava e, em língua hebraica, dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões.”Eurípides, Bacchae, verso 794.“Prefiro sacrificar àquele Deus do que, irado, recalcitrar contra os aguilhões, um mortal lutando contra um deus.” A expressão significa, em tradução livre, que é em vão tentar resistir.
Atos 17:28“Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.”Epimênides, Crética (primeira parte); Aratos, Fenômena, verso 5 (segunda parte)“Comecemos com Zeus, a quem nós, mortais, nunca deixamos de falar, porque a cada rua, a cada mercado, está cheio de Zeus. Até mesmo o mar e a costa estão cheios de sua divindade. Em todo lugar, todos são habitados por Zeus, pois somos em verdade sua geração.”
Atos 20:35Listado nas concordâncias ao lado das referências acima, sem paralelo grego identificado com precisão equivalente
Tito 1:12-13 (associado por conteúdo a Atos 17:28)“Um dentre eles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, glutões preguiçosos. Este testemunho é verdadeiro.”Epimênides, Crética“Eles fizeram um túmulo para ti, ó santo e altíssimo. Os cretenses, sempre mentirosos, bestas ruins, glutões! Mas tu não estás morto: vives e permaneces para sempre, pois em ti vivemos, movemos e existimos.”
1 Coríntios 15:33“Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.”Menandro, Thaís, fragmento 218“As más conversações corrompem os bons costumes.”
2 Pedro 2:22“Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: o cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao espojadouro de lama.”Heráclito (atribuição incerta)“O cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao espojadouro de lama.” (reconstruído)

Contexto helenístico

Quando os autores do Novo Testamento escreveram, no século I d.C., o grego era a língua franca do Império Romano. A teoria popular de que Jesus só falava aramaico hojé obsoleta. Em tempos recentes, o consenso acadêmico aponta para um ambiente multilinguístico. Por exemplo, Gleaves reuniu evidências de que o grego, junto do aramaico, ocupava posição dominante na Palestina do primeiro século, inclusive na Galileia onde Jesus pregou. A educação helenística, a paideia, impregnava as sinagogas da diáspora, as escolas filosóficas e os mercados das cidades portuárias. Paulo de Tarso, cidadão romano criado em Tarso da Cilícia, cidade acadêmica de tradição estoica, movia-se nesse universo com desenvoltura. O mesmo se aplica ao autor da Segunda Epístola de Pedro. As citações que ambos fazem de poetas e filósofos gregos revelam uma estratégia retórica deliberada e uma profunda familiaridade com a koiné cultural da época.

Essa familiaridade tem uma história anterior ao Novo Testamento. A Septuaginta, tradução grega das Escrituras hebraicas produzida a partir do século III a.C. em Alexandria, já havia formado gerações de judeus da diáspora numa linguagem religiosa grega, preparando o terreno sobre o qual autores como Paulo puderam, mais tarde, dialogar com poetas e filósofos helênicos sem abandonar as categorias bíblicas. Fílon de Alexandria seria a expressão máxima desse intercâmbio.

O corpus neotestamentário preserva ao menos cinco passagens que ecoam obras gregas identificáveis. Cada uma merece exame quanto ao autor citado, à obra de origem e ao modo como o texto bíblico a recebe.

Eurípides e Atos 26:14: recalcitrar contra os aguilhões

Eurípides, que viveu de cerca de 485 a 406 a.C., é o terceiro dos grandes tragediógrafos atenienses, ao lado de Ésquilo e Sófocles. Distinguia-se de seus predecessores pela atenção à psicologia humana, pela representação de personagens em conflito interior e por um ceticismo velado diante da tradição religiosa olímpica. Das dezoito peças conservadas, As Bacantes é sua obra-prima. Foi escrita provavelmente na Macedônia, nos últimos anos da vida do autor, e encenada postumamente em Atenas por volta de 405 a.C.

As Bacantes dramatizam o conflito entre Dioniso, deus do vinho, do êxtase e da ruptura das fronteiras, e Penteu, rei de Tebas, que recusa reconhecer a divindade do deus. A tragédia culmina na destruição de Penteu pelas próprias mãos de sua mãe, Ágave, em transe báquico. No verso 794 da peça, Dioniso, disfarçado de sacerdote, adverte o arrogante Penteu: prefere ele sacrificar ao deus a resistir inutilmente, pois é em vão que um mortal recalcitra contra os aguilhões, expressão pros kentra laktizein, que significa literalmente “chutar contra os espinhos”. A imagem vem da agricultura. O boi que chuta o aguilhão do condutor apenas se fere mais.

A frase aparece na narrativa da conversão de Paulo diante do rei Agripa. No relato lucano, a voz de Cristo, falando em aramaico, interpela o perseguidor caído: “Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões.” A expressão não aparece nas versões anteriores do mesmo episódio, em Atos 9 e 22; foi acrescentada no discurso diante de Agripa, rei helenizado, filho de Herodes Agripa I, educado em Roma e familiarizado com a literatura grega.

O autor de Atos coloca na boca do Cristo ressurreto uma frase que o público culto reconhecia como sinal de luta fútil contra uma potência divina superior. Assim como Penteu resiste a Dioniso e perece, Paulo resistia a Cristo e caminhava para a destruição espiritual, um paralelo estrutural que As Bacantes tornava reconhecível para o público de Atos. A citação de Eurípides funciona como argumento ad hominem, um apelo à própria tradição cultural do interlocutor. A mensagem implícita afirma que até a sabedoria helênica reconhecia a insensatez de lutar contra o divino.

Epimênides e Arato em Atos 17:28: pois somos também sua geração

O discurso de Paulo no Areópago de Atenas, relatado em Atos 17:16-34, é o exemplo mais elaborado de inculturação retórica no Novo Testamento. Diante dos filósofos estoicos e epicuristas, Paulo constrói o argumento a partir de premissas que o auditório poderia aceitar.

Epimênides, que viveu por volta do século VI a.C., foi poeta e profeta cretense cercado de lendas. Era considerado um kathartês, purificador ritual, e a tradição atribuiu-lhe a façanha de ter dormido quarenta e sete anos numa caverna, acordando com dons proféticos. As fontes antigas associavam-no a práticas religiosas e à composição de poemas teológicos, entre os quais um poema chamado Crética, do qual sobrevivem apenas fragmentos. Em um desses fragmentos, o poeta ataca os cretenses por terem construído um túmulo para Zeus, blasfêmia evidente, já que Zeus é imortal, e termina com a afirmação: “pois em ti vivemos, movemos e existimos.”

A linha “pois em ti vivemos, movemos e existimos” era originalmente dirigida a Zeus, deus supremo do panteão olímpico. O mesmo poema contém a frase “os cretenses são sempre mentirosos”, citado em Tito 1:12, criando um paradoxo autorreferencial: o cretense Epimênides afirma que todos os cretenses mentem.

Já o menos conhecido Arato, que viveu de cerca de 315 a 240 a.C., foi poeta helenístico natural de Solos, na Cilícia, a mesma região de Tarso, cidade natal de Paulo. Seu poema didático Fenômenos é uma versificação de tratados astronômicos que descreve as constelações e os sinais meteorológicos. O prólogo do poema é um hino a Zeus: “Comecemos com Zeus […] pois somos em verdade sua geração”, tou gar kai genos esmen, no original. O verso tornou-se célebre na Antiguidade. Cícero traduziu os Fenômenos para o latim, e a expressão circulava como síntese da teologia estoica, que via em Zeus o princípio racional que permeia e sustenta o cosmos.

Paulo cita as duas fontes, Epimênides e Aratos, num único versículo: “Pois nele vivemos, nos movemos e existimos, como também alguns dos vossos poetas disseram: pois somos também sua geração.” A estratégia argumentativa tem grande sofisticação. Paulo emprega erudição e argumenta, ao mesmo tempo, que a própria tradição poética grega pressupunha uma divindade que não pode ser reduzida a uma estátua de ouro, prata ou pedra. Se somos “geração” dessa divindade, ela não pode ser imagem feita por mãos humanas. O argumento parte de dentro do sistema de crenças do interlocutor para conduzi-lo a uma conclusão nova: o “Deus desconhecido” do altar que Paulo encontrara na cidade é o Deus criador e sustentador de toda vida.

Os versos que, em Epimênides e Arato, descreviam a imanência de Zeus no cosmos são reinterpretados como testemunhos de uma verdade revelada irrestrita a um tribalismo religioso ou étnico. A citação torna-se, na boca de Paulo, uma preparatio evangelica, preparação para o Evangelho inscrita na própria cultura grega.

Epimênides em Tito 1:12-13: os cretenses são sempre mentirosos

A mesma fonte, Epimênides e seu poema Crética, é citada na Epístola a Tito com finalidade diferente. O autor escreve: “Um dentre eles, seu próprio profeta, disse: Os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, glutões preguiçosos. Este testemunho é verdadeiro.”

A lógica, aqui, é retórica e pastoral. O autor usa a autoridade de um nativo cretense para validar uma caracterização dos cretenses, legitimando a necessidade de repreendê-los com firmeza. A passagem contém um paradoxo lógico, conhecido como paradoxo do mentiroso ou paradoxo de Epimênides: se um cretense diz que todos os cretenses mentem, ele próprio estaria mentindo, e a afirmação torna-se autocontraditória. Filósofos antigos, como Crisipo, discutiram esse paradoxo. O autor de Tito parece indiferente à aporia lógica. O que importa, para ele, é o valor retórico da citação, o peso de um testemunho vindo de dentro.

Menandro em 1 Coríntios 15:33: as más conversações corrompem os bons costumes

Menandro, que viveu de cerca de 342 a 291 a.C., foi o principal representante da Comédia Nova ateniense, gênero que sucedeu à Comédia Antiga de Aristófanes. Ao contrário desta, centrada na sátira política, a Comédia Nova voltava-se a situações domésticas: casamentos, amores contrariados, heranças disputadas e equívocos de identidade. Menandro era celebrado, na Antiguidade, por sua observação psicológica aguda e pelo refinamento de sua linguagem. Cícero e Quintiliano o admiravam, e suas peças circulavam no mundo romano-helenístico como modelo de estilo.

O fragmento citado por Paulo, “as más conversações corrompem os bons costumes”, pertence à peça Thaís, fragmento 218 na edição de Kock. Thaís era uma hetaira, e a peça tratava provavelmente de temas ligados ao ambiente social dos simpósios e da vida boêmia.

Paulo, ao discutir a ressurreição com os coríntios, alguns dos quais negavam a ressurreição corporal, escreve: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.” A citação é introduzida de forma direta, sem cerimônia, sinal de que Paulo esperava que seus leitores a reconhecessem. Corinto era cidade cosmopolita, com forte presença da cultura grega, e o verso de Menandro era, provavelmente, provérbio de circulação ampla.

A citação reforça a exortação moral: associar-se a quem nega a ressurreição é moralmente perigoso, pois as convicções moldam o comportamento. O verso de Menandro empresta autoridade proverbial a um argumento que transcende fronteiras religiosas, o tipo de sabedoria que judeus, gregos e romanos reconheceriam como verdadeira. Paulo usa uma máxima sapiencial de circulação cultural ampla para reforçar uma verdade que considera universalmente válida.

Heráclito (?) em 2 Pedro 2:22: o cão voltou ao seu próprio vômito

A Segunda Epístola de Pedro encerra um catálogo de vícios dos falsos profetas com a frase: “O cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao espojadouro de lama.” A primeira parte cita Provérbios 26:11, na Septuaginta, que por sua vez pode ter paralelos no mundo antigo. A imagem da porca que volta à lama é associada a um fragmento atribuído a Heráclito de Éfeso, que viveu de cerca de 535 a 475 a.C., filósofo do logos e do devir eterno.

Heráclito cunhava aforismos paradoxais e obscuros, a ponto de ser chamado, pelos antigos, de “o Obscuro”, ho Skoteinós. Entre os fragmentos atribuídos a ele, um menciona animais que se banham na lama: “Os porcos deleitam-se na lama”, fragmento 37 na numeração Diels-Kranz. A conexão com 2 Pedro é mais tênue do que a das demais citações examinadas. Pode tratar-se de provérbio popular que circulava independentemente e que tanto Heráclito quanto o autor de 2 Pedro utilizaram. A atribuição ao filósofo pré-socrático permanece incerta e disputada.

O filósofo efésio recorria a exemplos tirados do comportamento animal para ilustrar a incapacidade humana de perceber o logos universal. No contexto de 2 Pedro, a porca lavada que retorna à lama simboliza o apóstata que, após receber o Evangelho, volta à vida anterior, o batismo externo sem transformação interior.

A Epístola de 2 Pedro, talvez o escrito do Novo Testamento cuja autoria seja mais duvidada, destinava-se a uma comunidade leitora de diáspora na Ásia Menor.

Paulo no aerópago, Rafael, 1515.

Considerações finais

As citações de Eurípides, Epimênides, Arato, Menandro e possivelmente Heráclito no Novo Testamento revelam uma profusão cultural ampla. Exceto em poucos autores mais chauvinistas (vide 2 Macabeus), as fronteiras entre as religões abraâmicas e o helenismo eram mais pervasivas. Antes de serem bloqueadoras, essas fronteiras eram pontes para trocas culturais.

Paulo, em particular, opera com o que a patrística chamaria de logoi spermatikoi, sementes do Logos dispersas na razão humana. Ele cita os poetas gregos para construir pontes de inteligibilidade com interlocutores que não compartilhavam as Escrituras hebraicas. Trata-se de uma hermenêutica da continuidade e da transformação, em que o que os gregos intuíram a respeito do divino encontra em Cristo sua realização plena e sua correção definitiva.

Todas as citações clássicas no Novo Testamento aparecem em contextos de mobilidade e diáspora. Foi o judeu diaspórico Saulo que a encontrou no caminho de Damasco. Outras citações são vinculadas ao ambiente do Egeu e da Anatólia.

Essa estratégia lançará os fundamentos de uma longa tradição, que vai de Justino Mártir e Clemente de Alexandria, responsáveis por desenvolver a teologia dos logoi spermatikoi, a Tomás de Aquino, que dialogou com Aristóteles, e chega aos teólogos contemporâneos da inculturação. O Novo Testamento, ao incorporar Eurípides e Arato, Menandro e Epimênides, afirmava que o Evangelho vinha consumar a cultura humana, e que a busca humana pelo divino, mesmo quando formulada em versos destinados a Zeus, era já uma busca legítima pelo Deus que os cristãos proclamavam ressurreto.

SAIBA MAIS

ALMEIDA, João Ferreira de. Bíblia Sagrada: versão revista e corrigida. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2009.

ARATO. Fenômenos. Tradução coletiva de Nykolas Friedrich Von Peters Correia Motta, Raphael Zillig, Filipe Klein de Oliveira, Luciana Malacarne, C. Leonardo B. Antunes, Cesar Lopes Gemelli, Márcio Felix Jobim, Inara Zanuzzi, Eduardo F. Laschuk, André Luiz Cruz Souza, Isabel Cristina Dalmoro, Rafael Matiello Brunhara e José Carlos Baracat Junior. Cadernos de Tradução, Porto Alegre, n. 38, 2016.

ARATUS. Phaenomena. In: CALLIMACHUS; LYCOPHRON; ARATUS. Aetia, Iambi, Hecale and Other Fragments. Alexandra. Phaenomena. Tradução de A. W. Mair e G. R. Mair. Loeb Classical Library 129. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1921.

CÍCERO. A natureza dos deuses. Tradução e notas de Bruno Fregni Bassetto. Uberlândia: Edufu, 2016.

EPIMÊNIDES. Crética (fragmentos).Ver LAKS, André; MOST, Glenn W. (ed. e trad.). Early Greek Philosophy, vol. II. Loeb Classical Library 526. Cambridge, MA: Harvard University Press, 2016.

EURÍPIDES. As Bacantes. Tradução de Trajano Vieira. São Paulo: Perspectiva, 2021.

EURÍPIDES. Bacchae. In: EURIPIDES. Bacchae, Iphigenia at Aulis, Rhesus. Volume VI. Tradução de David Kovacs. Loeb Classical Library 495. Cambridge, MA: Harvard University Press, 2002.

GLEAVES, G. Scott. Did Jesus Speak Greek?: The Emerging Evidence of Greek Dominance in First-Century Palestine. Eugene: Wipf and Stock Publishers, 2015.

HERÁCLITO. Fragmentos contextualizados. Tradução, introdução e notas de Alexandre Costa. Rio de Janeiro: DIFEL, 2002. [Fragmento 13 Diels-Kranz.]

LAKS, André; MOST, Glenn W. (ed. e trad.). Early Greek Philosophy. 9 vols. Loeb Classical Library 524-532. Cambridge, MA: Harvard University Press, 2016. [Fragmentos de Epimênides e Heráclito, com numeração Diels-Kranz.]

LAW, Timothy Michael. When God Spoke Greek: the Septuagint and the Making of the Christian Bible. Oxford: Oxford University Press, 2013.

MENANDER. Menander. Volumes I-III. Tradução de W. G. Arnott. Loeb Classical Library 132, 459, 460. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1979-2000.

MENANDER. Thais (fragmento 218 Kock). In: MENANDER. Menander. Volumes I-III. Tradução de W. G. Arnott. Loeb Classical Library 132, 459, 460. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1979-2000.

NESTLE, Eberhard; ALAND, Kurt; ALAND, Barbara (ed.). Novum Testamentum Graece. 28. ed. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil; Stuttgart: Deutsche Bibelgesellschaft, 2012.

QUINTILIANO. Instituição oratória. Tradução, apresentação e notas de Bruno Fregni Bassetto. Campinas: Editora da Unicamp, 2015.

QUINTILIANO. Institutio Oratoria. Tradução de Donald A. Russell. Loeb Classical Library 124-127. Cambridge, MA: Harvard University Press, 2001.

SEPTUAGINTA. Edição crítica de Alfred Rahlfs, revista por Robert Hanhart. Barueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2019.

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