Fomos citados – combatendo o bacharelismo

A reportagem do Hora do Povo publicada em 31 de março de 2023, com a manchete STF forma maioria e derruba prisão especial para quem tem diploma: “inconstitucional”, nos menciona. A cobertura era sobre a decisão do STF que invalida o privilégio à prisão especial para quem tem curso superior. No argumento da ADPF 334,... Continuar Lendo →

Panopticon: vigiar e punir

Como a punição no corpo passou para punição pelo controle do corpo.

Seitas autoritárias: o que saber e ver

Características, filmes e documentários sobre grupos abusivos.

Escala de Allport e violência ideológico-eleitoral

Democracia, em seu sentido lato, implica convívio construtivo do povo. Convivência é um exercício diário de tolerância, respeito e aceitação de que outros pensam, agem e possuem valores diferentes. E ainda, nessa diferença há interesses comuns e interesses particulares legítimos. A democracia passa por um momento de teste a cada eleição. A escalada de violência... Continuar Lendo →

Casanova: A religião pública

Este é o mistério que desafiou as certezas do século XX: a religião não morreu na modernidade; metamorfoseou-se. Há pouco mais de meio século, na década de 1960, a certeza era absoluta. Sociólogos, filósofos e jornalistas de todo o mundo ocidental concordavam em uma única profecia: à medida que as sociedades se complexificavam, desenvolviam sistemas... Continuar Lendo →

Harriet Martineau e a sociedade observada

No século XIX, quando a sociedade europeia começava a ser descrita como objeto científico, uma pensadora inglesa formulou uma exigência metodológica decisiva: antes de explicar uma sociedade, é preciso observá-la sistematicamente — em suas instituições, em suas práticas e, sobretudo, em suas contradições. Com essa premissa, Harriet Martineau (1802–1876) tornou-se uma das fundadoras da investigação... Continuar Lendo →

O que são agência e estrutura

As capacidades e limites para ação humana.

Nísia Floresta e a civilização incompleta

No século XIX, enquanto o vocabulário político da modernidade começava a se consolidar — liberdade, progresso, direitos — uma voz brasileira formulou uma pergunta desconcertante: que valor têm essas palavras se metade da população permanece intelectualmente confinada? Com essa inquietação, Nísia Floresta Brasileira Augusta (pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto) abriu uma das intervenções mais ousadas... Continuar Lendo →

Sérgio Buarque de Holanda: Raízes do Brasil

Como o homem cordial, avesso à razão impessoalizada, contribui ao patrimonialismo brasileiro ao misturar seus interesses privados com meios públicos

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