O Que as Caças às Bruxas Revelam Sobre as Origens do Capitalismo — E Por Que o Trabalho de Silvia Federici Ainda Importa
Borges: o livro
Dos vários instrumentos do homem, o mais surpreendente é, sem dúvida, o livro.
Rei Lear: uma versão no português arcaico
Sir John Gilbert. Cordelia in the court of King Lear, 1873. A versão de Shakespeare do Rei Lear consagrou-se com seu retrato do fútil rei, a sincera Cordélia e do sábio Bobo-da-Corte. Mas a lenda é antiga e circulou por outros meios até sua canonização na peça do Bardo. Uma antiga versão aparece no Nobiliário... Continuar Lendo →
Inferência de fontes perdidas
Um problema comum atravessa campos distintos da filologia e da historiografia antiga. Ao olhar para textos preservados, um leitor contemporâneo tenta a partir deles reconstruir fontes desaparecidas. O filólogo trabalha como quem observa sombras projetadas numa parede e tenta deduzir a forma do objeto ausente. Esse ato imaginativo orienta tanto a crítica da redação bíblica... Continuar Lendo →
Pilish: quando π vira regra de composição
Cadaeic Cadenza, uma história em que o número de letras em palavras sucessivas soletra os primeiros 3835 dígitos do número pi.
Oração fúnebre a Júlio César
Na peça de Shakespeare, Marco Antônio tem a permissão de Bruto para fazer as elegias a Júlio César mas sem que o implicasse no assassinato. Com sarcasmo usa as justificativas dos conspiradores para denunciar os inimigos da república.
Laura Bohannan: Shakespeare na selva
A tradução de uma narrativa tida como universal pode não fazer sentido se não considerar a cultura particular.
A noite de Santa Valburga
O clímax da lassidão de Fausto de Goethe no dia das bruxas.
As muitas faces de uma máscara: Erving Goffman
Somos quem somos dependendo com quem interagimos. Não há um verdadeiro eu, mas somos nossas máscaras, sem uma personalidade fixa ou identidade psicológica.
W. H. Auden: 6.000 páginas dos clássicos
Já pensou em ler mais de 6.000 páginas de 41 obras só para uma disciplina em um semestre da faculdade? O poeta e crítico literário britânico-americano W. H. Auden (1907-1973) enquanto lecionou na Universidade do Michigan no ano acadêmico de 1941–1942 estabeleceu esta lista de leitura para a disciplina “Destino e o indivíduo na Literatura... Continuar Lendo →
