Deseje amar alguém

Ame amanhã quem nunca amou; e a quem ama ame amanhã

Ciência e misticismo na alvorada da modernidade

Na narrativa mítica popular a ciência moderna nasceu quando o Ocidente abandonou a magia, a astrologia e a alquimia, trocando o oráculo pelo laboratório e o símbolo pela equação. Essa narrativa, porém, é retrospectiva de uma ficção que simplifica um passado muito mais ambíguo. O problema de delimitação na ciência é antigo. Os mesmos homens... Continuar Lendo →

Nísia Floresta e a civilização incompleta

No século XIX, enquanto o vocabulário político da modernidade começava a se consolidar — liberdade, progresso, direitos — uma voz brasileira formulou uma pergunta desconcertante: que valor têm essas palavras se metade da população permanece intelectualmente confinada? Com essa inquietação, Nísia Floresta Brasileira Augusta (pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto) abriu uma das intervenções mais ousadas... Continuar Lendo →

A formação dos estados nacionais modernos

O estado nacional moderno emergiu de guerras, crises e negociações que transformaram a maneira como os povos organizaram o poder sobre um território. Concebido como uma revindicação nacional soberana sobre uma população e território, o estado nacional moderno competiu com outros modelos, como as alianças pessoais de vassalagem ou os estados-mandalas. Compreender essa formação exige... Continuar Lendo →

Nada de novo nos bancos escolares

A aula expositiva na universidade medieval.

Evite o Ur-Fascismo: ou como identificar um totalitário

Umberto Eco lista as 14 características do fascismo. Tristemente atual.

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