Uma reflexão sobre poder tecnológico, geopolítica e a fragilidade da inovação global na indústria dos semicondutores.
Fabritius: um diplomata brasileiro entre a Suécia, Rússia e Pérsia do século XVII
Ludvig Fabritius chegou acorrentado a Isfahan. O calor da Pérsia do século XVII lembrava sua terra nativa, Brasil. Esperto, pôs-se a vender remédios, mesmo sem falar a língua (e tampouco a medicina ou a farmacologia). Logo compraria sua alforria e viraria um diplomata a serviço da Suécia. Pouco conhecido pela historiografia brasileira, este personagem pícaro... Continuar Lendo →
Becker: Geopolítica da Amazônia
Em sua obra em epígrafe, buscava compreender as relações entre Estado, território e desenvolvimento na Amazônia. Superava a visão da região como vazio demográfico ou fronteira de exploração. Ao invés disso, propunha uma concepção dinâmica que incorporava a multiplicidade de atores, escalas e conflitos que operam sobre ela, do global ao local.
Barbuda e a tragédia dos comuns
Existem ilhas que parecem inventadas para ilustrar um argumento. Barbuda é uma delas. Atol de coral plano no Caribe Oriental, com cerca de mil e seiscentos habitantes, ela integra o Estado federado de Antígua e Barbuda desde a independência britânica em 1981 — mas durante séculos funcionou, na prática, como uma república camponesa. A terra... Continuar Lendo →
Couto e Silva: Geopolítica do Brasil
O Brasil é um país continental com vocação de potência regional e, no horizonte, global.
Kissinger: Diplomacy
Kissinger, Henry. Diplomacy. Simon & Schuster, 1994. Kissinger faz um panorama das relações internacionais do século XVII ao fim da Guerra Fria. Kissinger atuou como Conselheiro de Segurança Nacional entre 1969 e 1975 e como Secretário de Estado entre 1973 e 1977, sob os presidentes Richard Nixon e Gerald Ford, e recebeu o Prêmio Nobel... Continuar Lendo →
