Os metaplasmos

O termo metaplasmo designa as transformações fonéticas que as palavras sofrem ao longo de sua evolução histórica. Em outras palavras, trata-se das mudanças na forma como os sons são articulados e reorganizados ao longo do teempo. O estudo dos metaplasmos registra a história da língua, revelando como ela se transforma e se adapta às necessidades... Continuar Lendo →

Escritas indecifráveis

Quando o contexto desaparece, a escrita se cala Costuma-se dizer que toda escrita é, em princípio, decifrável. Falta-nos apenas informação suficiente: mais textos, melhores paralelos, uma pedra de Roseta qualquer. Essa crença sustenta boa parte da filologia moderna e explica seus sucessos mais célebres. No entanto, ela se desfaz diante de um conjunto persistente de... Continuar Lendo →

Inteligibilidade mútua: poemas poliglotas

Pode um mesmo texto ser totalmente inteligível em duas línguas?

Mumpsimus: amor às mentiras reconfortantes

Entenda como um cabeça-dura (não) funciona diante de novas informações

Um panorama da filologia

Como uma das mais antigas disciplinas acadêmicas ajuda a desvendar textos e interpretar o mundo.

Pardes: os níveis da exegese judaica

Os múltiplos níveis de interpretação da exegese judaica elucidam obras abertas.

Leituras e releituras: correntes de teoria literária

Um panorama das principais correntes de teorias para a crítica literária.

Giambattista Vico e a história humana

Giambattista Vico, filósofo, historiador, retórico e jurista italiano do final do século XVII e início do XVIII, representa uma virada fundamental no pensamento ocidental. Sua obra desafiou o foco predominante na ciência da natureza, propondo uma "ciência nova" dedicada ao mundo criado pelo próprio ser humano: a história, a cultura, as instituições e a linguagem.... Continuar Lendo →

Egéria e sua peregrinação

Um guia de viagem à Terra Santa por uma das primeiras escritoras cristãs.

Gramáticos e autores árabes

Raça de gramáticos, roedores que ratais na musa de outrem, estúpidas lagartas que sujais as grandes obras, ó flagelo dos poetas que mergulhais o espírito das crianças na escuridão, ide para o diabo, percevejos que devorais os versos belos. --Apolônio de Rodes, poeta Alexandrino do séc.II ª C. Contrário das reclamações de Apolônio de Rodes,... Continuar Lendo →

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