As sete regras de interpretação de Hillel

Um dos mais antigos métodos hermenêuticos ainda em uso.

Memórias de Nabucodonosor

Memórias de minha vida, quando fui um animal do campo e comia grama; Eu, Nabucodonosor[1], a todos os povos, nações e línguas. Não era essa Babilônia, a grande cidade, a maior entre as cidades de todas as nações? E eu, Nabucodonosor, a tinha construído. Nenhuma cidade se iguala a Babilônia em notoriedade e nenhum rei... Continuar Lendo →

O Salmo 137, Camões e a Ópera Nabuco

 Junto aos rios da Babilônia nos assentamos e choramos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros, que há no meio dela, penduramos as nossas harpas.  Porquanto aqueles que nos levaram cativos nos pediam uma canção; e os que nos destruíram, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos um dos cânticos de Sião.  Mas como entoaremos o cântico do Senhor em terra... Continuar Lendo →

Auerbach: Odysseus’ Scar

O ensaio “Odysseus’ Scar”, que abre Mimesis: The Representation of Reality in Western Literature, de Erich Auerbach, estabeleceu um dos gestos fundadores da crítica literária moderna: a comparação sistemática entre formas de representação da realidade. Escrito no exílio, em Istambul, durante a Segunda Guerra Mundial, em condições materiais precárias, o texto propôs uma tese de... Continuar Lendo →

O segredo de Abrão

To my darling little secret. Abrão parou na poeirenta alfândega do Egito. O velho habiru caminhou com os oficiais da fronteira entre seus carneiros, camelos e asnos. Contaram as reses, os servos, as mercadorias e deram-lhe o preço da tarifa: 40 siclos de cobre. Abrão protestou. Era um pobre pastor, vagava feito um beduíno atrás... Continuar Lendo →

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