Marcuse e o homem unidimensional

Herbert Marcuse em O Homem Unidimensional (1964) argumenta que a sociedade industrial avançada reduz a complexidade da experiência humana a uma superfície plana de necessidades fabricadas, em que o potencial para a crítica e a transformação social é esmagado por uma racionalidade tecnológica totalizante.

Espaços segregados e convivência assimétrica

Como as relações assimétricas nos diferentes caminhos de educação e uso do espaço geram a estratificação social e o preconceito.

Shmuel N. Eisenstadt: a modernidade não segue o mesmo caminho

Um dos conceitos mais influentes do sociólogo Shmuel Eisenstadt é o de modernidades múltiplas. Tal conceito questiona um um único modelo universal de modernidade. A modernidade se manifesta de maneira diferente em várias culturas devido a contextos históricos e sociais únicos A teoria das modernidades múltiplas representa uma ruptura significativa com a visão dominante, muitas... Continuar Lendo →

Tipologia de autoridade religiosa

Quem são o xamã, o fundador, o místico, o popularizador, o teólogo, o profeta e outros especialistas religiosos.

Os tipos de dominação legítima para Weber

As formas legítimas de dominação: tradicional, legal-racional e carismática.

Louis Bonaparte e os camponeses

O papel político dos camponeses nos processos eleitorais.

Introdução à Sociologia Jurídica

Definição de sociologia jurídica, suas disciplinas e objetos.

As muitas faces de uma máscara: Erving Goffman

Somos quem somos dependendo com quem interagimos. Não há um verdadeiro eu, mas somos nossas máscaras, sem uma personalidade fixa ou identidade psicológica.

Veblen: a ostentação da classe ociosa

"Ostentação é comprar aquilo que você não quer, para mostrar pra quem você não gosta com o dinheiro que você não tem". Esse aforismo anônimo sumariza acertadamente a ideia de Thorstein Veblen dos impulsos que movem o consumismo no livro A Teoria da Classe Ociosa, o qual publicado em 1899 se mantém incomodamente atual.

O linchamento dos desgraçados

Como a opinião pública inflama a injustiça e depois hipocritamente posa-se como moral.

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