Poesia
fazem
entediados
ibéricos
barnabés
poetas.
Machado,
o de Assis,
o da Espanha,
de Andrade,
o Drummond,
também o Mário,
e o Oswald,
além de
Vinicius,
Pessoa,
Borges,
Neruda,
e outros
amanuenses
anônimos.
Em versos,
em rimas,
em haikais,
concretos,
brancos,
livres,
para
sobreviverem
à sinecura.

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