Poesia fazem entediados ibéricos barnabés poetas. Machado, o de Assis, o da Espanha, de Andrade, o Drummond, também o Mário, e o Oswald, além de Vinicius, Pessoa, Borges, Neruda, e outros amanuenses anônimos. Em versos, em rimas, em haikais, concretos, brancos, livres, para sobreviverem à sinecura.
