A Máquina do Mundo nos Lusíadas e Drummond

Imagine que alguém lhe oferecesse ver o universo inteiro de uma vez, com todas as suas engrenagens expostas, e você virasse as costas. Esse gesto de recusa é o coração do poema "A máquina do mundo", de Carlos Drummond de Andrade, publicado em Claro Enigma em 1951. Para compreendê-lo, é preciso entender o que ele... Continuar Lendo →

Ciência e misticismo na alvorada da modernidade

Na narrativa mítica popular a ciência moderna nasceu quando o Ocidente abandonou a magia, a astrologia e a alquimia, trocando o oráculo pelo laboratório e o símbolo pela equação. Essa narrativa, porém, é retrospectiva de uma ficção que simplifica um passado muito mais ambíguo. O problema de delimitação na ciência é antigo. Os mesmos homens... Continuar Lendo →

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