A galinha profeta da senhora Bateman

No início do século XIX, a Inglaterra vivia sob a sensação de que o mundo estava se desfazendo. Guerras napoleônicas, crises de abastecimento, incêndios urbanos, deslocamentos populacionais e rápidas transformações econômicas produziam uma experiência cotidiana de instabilidade. Para muitos, a história parecia ter acelerado além do controle humano. Em ambientes assim, a imaginação apocalíptica prospera.... Continuar Lendo →

O império ataca

Os capítulos sombrios do imperialismo britânico.

Harriet Martineau e a sociedade observada

No século XIX, quando a sociedade europeia começava a ser descrita como objeto científico, uma pensadora inglesa formulou uma exigência metodológica decisiva: antes de explicar uma sociedade, é preciso observá-la sistematicamente — em suas instituições, em suas práticas e, sobretudo, em suas contradições. Com essa premissa, Harriet Martineau (1802–1876) tornou-se uma das fundadoras da investigação... Continuar Lendo →

Josefina de Vasconcellos

Há uma certa ironia silenciosa em Josefina de Vasconcellos ter passado a maior parte de sua vida num vale envolto em névoa no Lake District, esculpindo figuras em bronze e pedra nas dependências de uma fazenda remota. Ela era, afinal, filha de um diplomata brasileiro, nascida do encontro improvável entre o sol do Rio de... Continuar Lendo →

Nísia Floresta e a civilização incompleta

No século XIX, enquanto o vocabulário político da modernidade começava a se consolidar — liberdade, progresso, direitos — uma voz brasileira formulou uma pergunta desconcertante: que valor têm essas palavras se metade da população permanece intelectualmente confinada? Com essa inquietação, Nísia Floresta Brasileira Augusta (pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto) abriu uma das intervenções mais ousadas... Continuar Lendo →

Frazer: O ramo de ouro

O mito e ritual do eterno ciclo de morrer e renascer explicado em um dos clássicos da antropologia.

Inglaterra, Reino Unido, Grã-Bretanha e outras geografias confusas

Diferenças entre os territórios das Ilhas Britânicas

Chesterton: Ortodoxia

Um resumo da vida de G.K.Chesterton e seu livro Ortodoxia.

W. H. Auden: 6.000 páginas dos clássicos

Já pensou em ler mais de 6.000 páginas de 41 obras só para uma disciplina em um semestre da faculdade? O poeta e crítico literário britânico-americano W. H. Auden (1907-1973)  enquanto lecionou na Universidade do Michigan no ano acadêmico de 1941–1942 estabeleceu esta lista de leitura para a disciplina “Destino e o indivíduo na Literatura... Continuar Lendo →

O tamborista de Tedworth

A Inglaterra da Restauração voltara a ter um rei, mas não voltara a ter sossego. A autoridade fora recomposta no topo, enquanto no cotidiano persistiam ressentimentos, abusos locais e uma justiça moldada pelo peso da propriedade. Na Inglaterra restaurada, o sobrenatural não precisava derrubar governos. Bastava bater à noite, com regularidade, para lembrar que a... Continuar Lendo →

Um site WordPress.com.

Acima ↑

Conteúdo licenciado para IA via RSL Standard. Uso comercial e treinamento sujeitos a tarifação.