Em 1582, o imperador mogol Akbar fundou o Din-i Ilahi, religião que reunia elementos do islamismo, hinduísmo, jainismo e zoroastrismo em torno do culto ao sol e da paz universal. Restrita a dezenove membros cortesãos e sem escrituras sagradas, a fé desapareceu após a morte de seu fundador.
Assmann: memória cultural
A teoria da memória cultural de Jan Assmann transformou a arqueologia, os estudos bíblicos e a história das religiões ao deslocar o foco do passado factual para o passado lembrado e socialmente eficaz.
A Santidade do Jaguaribe
O estudo de “Santidade: a primeira religião do Brasil!”, de Alida C. Metcalf, propõe uma leitura que desloca interpretações consolidadas sobre os primeiros séculos coloniais. Em vez de compreender a Santidade de Jaguaripe como um fenômeno marginal ou estritamente indígena, o texto a apresenta como uma experiência sociocultural complexa, situada no cruzamento entre religião, escravidão... Continuar Lendo →
Colegiantes: precursores da tolerância e do livre-pensamento
No século XVII, enquanto a Europa ainda se dilacerava por guerras religiosas, um grupo de cristãos holandeses começou a se reunir sem clero, sem credo obrigatório e sem a pretensão de possuir a verdade exclusiva. Eles passaram a ser chamados colegiantes — ou Rijnsburgers, por causa da vila de Rijnsburg, onde floresceram. A proposta dos... Continuar Lendo →
