Correntes de Teoria Econômica

Há algo de desconfortável em admitir que não sabemos exatamente como funciona a economia. Não no sentido técnico — os modelos estão aí com suas equações elegantes —, mas no sentido mais antigo e humano: o de que, diante de uma crise financeira, de uma política de distribuição de renda ou da revolução das inteligências artificiais, ainda discordamos sobre o que está de fato acontecendo. E mais: sobre o que fazer.

A resposta dominante, pelo menos nas universidades e nos ministérios da Economia e Fazenda, é que não deveríamos mais discordar. O consenso metodológico venceu: microfundamentos, equilíbrio geral e racionalidade instrumental. As “escolas” de pensamento econômico teriam sido superadas, reduzidas a capítulos históricos de livros didáticos. Keynes contra Hayek seria hoje um debate de YouTube, não de política. Mas aqui está o problema: quanto mais a economia mainstream se unificou metodologicamente, mais ela parece surda aos fenômenos que deveria explicar. A crise de 2008 não foi prevista por seus modelos mais sofisticados. A desigualdade de renda, crescendo há quatro décadas, permanece um estorvo nas políticas públicas. A transição climática é tratada como uma externalidade corrigível, não como uma transformação civilizatória. E a inteligência artificial? Ainda estamos discutindo se ela aumenta a produtividade, enquanto reorganiza o trabalho humano de maneiras que nossas categorias analíticas mal conseguem capturar.

O que proponho aqui é que a fragmentação da teoria econômica em “correntes” — ortodoxas e heterodoxas, mainstream e marginais — não é um sintoma de imaturidade científica, mas uma condição necessária para pensar bem. Não porque cada escola detenha uma parcela da verdade (esse pluralismo água-com-açúcar não leva a lugar nenhum), mas porque a existência de alternativas genuínas obriga cada abordagem a explicitar seus silêncios. O neoclássico precisa admitir que sua eficiência pareto-ótima ignora distribuição. O keynesiano precisa enfrentar que sua demanda agregada esconde conflitos de classe. O marxista precisa reconhecer que suas crises não têm data marcada. E o austríaco, que seus empreendedores disruptivos parecem pouco interessados em salvar o planeta.

O que está em jogo, portanto, não é apenas acadêmico. É epistemológico e político ao mesmo tempo. Quando tratamos a economia como uma ciência cumulativa, progressivamente convergindo para o modelo correto, estamos também — sutilmente, mas firmemente — fechando o espaço para perguntas inconvenientes. Perguntas como: eficiente para quem? Crescimento até quando? Racionalidade segundo quais valores? As “escolas” persistentes, aquelas que recusam morrer apesar do desprezo institucional, são guardiãs dessas perguntas. Elas não estão obsoletas; estão proscritas.

Mas há um risco maior, e mais pessoal. Sem conhecer essas correntes — não como curiosidades históricas, mas como ferramentas vivas de análise — tornamo-nos reféns de um único modo de ver. E quem só tem um martelo, diz o provérbio, tudo parece prego. A crise climática não é um problema de preços. A desigualdade não é um problema de educação. A instabilidade financeira não é um problema de regulamentação técnica. Ou melhor: são todos esses problemas, simultaneamente, e nenhuma escola sozinha possui a chave.

O que se segue é um mapa — necessariamente incompleto, inevitavelmente parcial — das principais abordagens que estruturam o pensamento econômico contemporâneo. Divido-as, seguindo a convenção, entre ortodoxas (as que dominam salas de aula e políticas públicas) e heterodoxas (as que persistem nas margens, muitas vezes por questões de sobrevivência institucional, não de mérito intelectual). Mas a divisão é instável. Keynes era heterodoxo até virar mainstream; a economia comportamental conquistou o Nobel permanecendo crítica; a ecologia, outrora exótica, agora é inevitável.

Também aproveito para infiltrar a mente do leitor desavisado com as teorias em antropologia econômica. Essa abordagem fundamentada em evidências já desmantelou vários pressupostos ortodoxos. Não é “natural” do ser humano buscar a maximação de lucros e os conceitos de racionalidade econômica e utilidade possuem debates conturbados na antropologia econômica.

Espero que o leitor não saia com uma resposta pronta — “a escola X está certa” —, mas com uma pergunta mais arguta: qual abordagem ecônomica preciso para o problema que quero resolver? E, mais importante: qual escola me permite ver que há um problema onde o senso comum dominante vê apenas normalidade? Porque no fundo, a escolha de uma corrente econômica nunca é apenas técnica. É uma escolha sobre que mundo queremos habitável — e sobre quem, nesse mundo, terá voz para dizer o que conta como prosperidade.

Abordagens ortodoxas (mainstream)

Essas correntes formam o núcleo da economia ensinada nas universidades, enfatizando modelos matemáticos, equilíbrio de mercado e racionalidade individual. Elas evoluíram a partir da economia clássica e neoclássica, incorporando elementos keynesianos no pós-guerra.

Economia clássica: uma das mais antigas abordagens modernas, desenvolvida no século XVIII e XIX, considera a economia como um sistema auto-regulador guiado pela “mão invisível” do mercado. Foca no crescimento via acumulação de capital, divisão do trabalho e comércio livre, com valor baseado no trabalho. Popularizada durante a Revolução Industrial, influenciou o liberalismo econômico. Autores chave: Adam Smith, David Ricardo, Thomas Malthus e John Stuart Mill. Questões típicas: “Como a lei da vantagem comparativa explica o comércio internacional?” ou “Por que o crescimento populacional pode limitar o progresso econômico, como em Malthus?”

Economia neoclássica: surgida no final do século XIX com a “revolução marginalista”, pressupõe que os agentes econômicos são racionais e maximizam utilidade ou lucro sob restrições. Examina equilíbrios de mercado via oferta e demanda, com ênfase em eficiência e alocação de recursos. Foi a base para a economia mainstream atual. Autores chave: Alfred Marshall, Léon Walras, Vilfredo Pareto e William Stanley Jevons. Questões típicas: “Como o equilíbrio parcial em um mercado explica o preço de um bem?” ou “O que torna uma alocação Pareto-eficiente?”

Economia keynesiana: desenvolvida durante a Grande Depressão dos anos 1930, busca desvendar as causas de desemprego e instabilidade macroeconômica, enfatizando a demanda agregada e a intervenção estatal. O exame de multiplicadores, rigidez de preços e políticas fiscais serve para ilustrar interpretações. Tipicamente, a questão seria “Como uma queda na demanda agregada causa recessão?” Autores chave: John Maynard Keynes, John Hicks e Paul Samuelson.

Nova economia keynesiana: evolução da keynesiana nos anos 1980, incorpora microfundamentos neoclássicos como rigidez de salários e preços endógenos. Interessa pelos recursos que explicam falhas de mercado e políticas monetárias. Seu foco é em modelos DSGE (Equilíbrio Geral Estocástico Dinâmico). Autores chave: Joseph Stiglitz, Greg Mankiw e Olivier Blanchard. Exemplo: “Por que rigidezes nominais justificam intervenções do banco central em uma recessão?”

Monetarismo: com foco na oferta de moeda como principal influenciadora da inflação e ciclos econômicos, surgiu nos anos 1950-1970 como crítica ao keynesianismo. Examina a equação quantitativa da moeda (MV = PY). Popular na era Reagan-Thatcher. Autores chave: Milton Friedman e Anna Schwartz. Questão típica: “Como o controle da oferta monetária pode estabilizar a inflação?”

Escola de Chicago: inicialmente restrita a análises microeconômicas, desde Friedman ganhou status de paradigma macroeconômico. Com base em expectativas racionais e eficiência de mercados, autores como Robert Lucas ampliaram sua aplicação. Questão típica: “Como as expectativas racionais tornam políticas fiscais ineficazes?”

Nova economia clássica: busca fixar modelos com microfundamentos rigorosos, usando expectativas racionais. Sua questão central é “Por que choques reais causam ciclos econômicos?” Autores chave: Robert Lucas e Edward Prescott.

Abordagens alternativas (heterodoxas)

Essas correntes desafiam os pressupostos neoclássicos, incorporando história, instituições, poder e sustentabilidade. Surgiram como críticas ao mainstream, muitas vezes influenciadas por contextos sociais ou ambientais.

Economia marxista: visa determinar a autoria de crises capitalistas via exploração e acumulação. Desenvolvida por estudiosos do século XIX, emprega a teoria do valor-trabalho. Suas questões centrais são “Como o mais-valor explica a desigualdade?” Autores chave: Karl Marx, Friedrich Engels e David Harvey.

Economia austríaca: tendo em vista que mercados são processos dinâmicos, utiliza informações sobre o empreendedorismo para elucidar ciclos. Os estudos de Hayek sobre conhecimento disperso explicam muito sob a luz de espontaneidade de ordem. Questões como “quais influências do crédito artificial causam booms e busts?” Autores chave: Ludwig von Mises, Friedrich Hayek e Carl Menger.

Economia institucional: procura compreender a economia em termos de instituições evolutivas. Partindo da premissa de que normas e hábitos moldam o comportamento, pressupõe que elementos como transações e direitos de propriedade definem eficiência. Autores chave: Thorstein Veblen, John R. Commons e Douglass North. Questão: “oque faz as instituições determinarem o crescimento econômico?”

Economia pós-keynesiana: investiga como contextos de incerteza e distribuição de renda produzem instabilidade. Considera endogeneidade da moeda e rejeita equilíbrio automático. Autores chave: Joan Robinson, Michal Kalecki e Hyman Minsky. Questão: “quais fatores propiciam uma crise financeira como a de 2008?”

Economia comportamental: o uso de técnicas da psicologia para compreender decisões irracionais. Surgida nos anos 1970, foi uma das primeiras heterodoxas com foco em vieses cognitivos. Freud e a prospect theory influenciaram, mas há abordagens como nudges. Autores chave: Daniel Kahneman, Amos Tversky e Richard Thaler. Questões: “quais conflitos psíquicos explicam o viés de confirmação em investimentos?”

Economia ecológica: leva em conta fatores ambientais, como entropia e limites biofísicos. Informada por termodinâmica e sustentabilidade. Abordagens recentes extraem de complexidade. Perguntas: “Quais leituras de crescimento verde foram disseminadas durante a transição energética?” Autores chave: Herman Daly, Nicholas Georgescu-Roegen e Kate Raworth.

Economia feminista: toma em consideração papéis de gênero na alocação de recursos. Nesse conjunto estão teorias queer e interseccionais. Observa performance e standpoint. Autores chave: Marilyn Waring, Nancy Folbre e Silvia Federici. Questão: “com quais pressupostos esta teoria trata o trabalho não remunerado das mulheres?”

Economia evolucionária: Considerando que inovações são processos criativos, investiga rotinas e seleção. A hipercomplexidade ganha destaque. Autores chave: Joseph Schumpeter, Richard Nelson e Sidney Winter. Questão: “como a inovação e seleção em sistemas complexos é alterada com a entrada de mais um agente na competição?”

Economia do Desenvolvimento Estruturalista: combina investigação de estruturas produtivas e dependência. Surgida nos anos 1950 na América Latina, reage ao neoclássico. Autores chave: Raúl Prebisch, Celso Furtado e Aníbal Pinto. Questão: “Como estão estruturados os termos de troca em economias periféricas?”

Economia Pós-Colonial e Decolonial: surgida nos anos 1960, desafia pressupostos ocidentais. Reúne marxismo, foucaultiano e estudos subalternos. Autores chave: Frantz Fanon, Edward Said e Aníbal Quijano. Questão: “de que modo a dependência reflete vozes dos oprimidos?”

Economia da complexidade: o pós-estruturalista aponta que sistemas são adaptativos. Desafia confiança em equilíbrios, usando simulações. Autores chave: Brian Arthur e Stuart Kauffman. Questão: “por que dicotomias como micro/macro na avaliação de políticas?”

Nova Economia Institucional: desenvolvida nos anos 1980, investiga custos de transação e direitos de propriedade. Autores chave: Ronald Coase, Oliver Williamson e Elinor Ostrom. Questão: “de que maneira instituições moldam contratos?”

Economia comportamental aplicada (nudge): Surgida no século XXI, explora intervenções suaves. “Nudges” (ou “empurrões” em português) são intervenções sutis que visam influenciar o comportamento das pessoas sem restringir suas escolhas nem alterar significativamente os incentivos econômicos. A ideia central é que pequenas mudanças no ambiente de decisão podem levar a decisões melhores ou mais desejáveis, de acordo com certos objetivos sociais, individuais ou de saúde. Autores chave: Cass Sunstein e Richard Thaler. Questão: “de que forma nudges conectam vivências individuais?”

Economia Digital e de Plataformas: Surge no século XXI, analisa redes e dados. Autores chave: Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee. Questão: “como algoritmos questionam o antropocentrismo?”

Crítica ao antropocentrismo econômico: Unificada por agência não-humana, como em materialismo vibrante. Autores chave: Jane Bennett e Bruno Latour. Questão: “como matéria afeta relações econômicas?”

Abordagens em antropologia econômica

A antropologia econômica se define pela tensão entre teoria e observação empírica. Desde suas origens, a disciplina tem se debatido com a questão central: é possível aplicar as categorias da economia ocidental — escassez, racionalidade, maximização — de forma universal? Esse problema estruturou o debate clássico entre formalistas e substantivistas nas décadas de 1960 e 1970, mas suas raízes remontam a muito antes, em tentativas de compreender a economia como parte integrante da vida social.

Karl Polanyi, em The Great Transformation (1944), forneceu um marco para o substantivismo ao propor que a economia não é uma esfera autônoma, mas um “processo instituído”, sempre inserido em estruturas sociais mais amplas. Ele distinguiu diferentes modos de integração econômica: a reciprocidade, baseada em obrigações e relações simétricas entre grupos; a redistribuição, em que uma autoridade central recolhe e redistribui recursos; e a troca de mercado, orientada pelo ganho em preços e lucros. Polanyi também introduziu a noção do “movimento duplo”, segundo a qual a expansão de mercados provoca respostas sociais defensivas. Sua obra não apenas inspirou o substantivismo, mas também ofereceu uma crítica profunda ao ideal de mercados desencaixados da sociedade.

A partir dessas bases, surgiram diferentes escolas e abordagens que estruturam a antropologia econômica contemporânea.

O substantivismo, ou a economia “socialmente embutida”, defende que qualquer ação econômica é inseparável de instituições sociais, políticas e culturais. Teóricos como Polanyi, Marshall Sahlins, George Dalton e Paul Bohannan enfatizaram conceitos como embeddedness — a inseparabilidade da ação econômica das relações sociais —, o “processo instituído” e a economia moral, ou seja, normas e valores que regulam produção e troca. Sua pesquisa recai sobre economias de presente, parentesco e cerimônias, como o Kula ring ou o Potlatch, ou sobre a economia camponesa em contextos históricos específicos.

Em contraste, o formalismo adota a perspectiva da racionalidade universal. Para Raymond Firth, Harold Schneider e Frank Cancian, princípios como escassez e escolha, maximização e custo de oportunidade podem ser aplicados a todas as sociedades, embora os objetivos de maximização possam variar — prestígio social ou capital cultural, por exemplo. Os formalistas estudam decisões sob restrições, otimização de unidades domésticas e análises custo-benefício em rituais, demonstrando que a lógica econômica transcende culturas, ainda que suas manifestações sejam moldadas socialmente.

Outra abordagem central é a marxista ou da economia política, que vê a economia como enredada em relações de poder, exploração e transformação histórica. Autores como Eric Wolf, Maurice Godelier, Claude Meillassoux e Eleanor Burke Leacock analisam modos de produção, extração de excedente, materialismo histórico e a articulação entre modos de produção capitalistas e não capitalistas. Seu foco empírico recai sobre sociedades camponesas sob capitalismo, migrações laborais, impactos do colonialismo e trabalho doméstico, revelando a economia como arena de conflito e poder.

A perspectiva culturalista ou simbólica, por sua vez, destaca o significado cultural da economia. Mary Douglas, Arjun Appadurai, Igor Kopytoff e Marshall Sahlins enfatizam que objetos de troca e práticas econômicas carregam valores, identidades e cosmologias. Conceitos como a oposição entre mercadoria e presente, a “vida social das coisas” e o consumo como comunicação social mostram que prestígio e significado podem ser tão centrais quanto lucro ou eficiência. O trabalho empírico analisa trocas de presentes, padrões de consumo, bens de luxo, objetos rituais e branding.

Mais recentemente, o neomaterialismo e a teoria da prática deslocaram a atenção para a materialidade, a agência distribuída e as práticas cotidianas. Daniel Miller, Tim Ingold, Pierre Bourdieu e David Graeber exploram como objetos moldam relações sociais, como hábitos incorporados estruturam decisões econômicas e como práticas de auxílio mútuo constituem formas básicas de economia. Suas investigações cobrem consumo doméstico, tecnologia, economias informais e dívidas pessoais.

A antropologia econômica feminista complementa essa perspectiva ao criticar a androcentria do pensamento econômico. Sylvia Yanagisako, Jane Guyer, Michele Rosaldo e Lila Abu-Lughod analisam divisão sexual do trabalho, trabalho doméstico não remunerado e reprodução social. Conceitos centrais incluem reprodução social, feminização do trabalho e interseccionalidade, destacando como gênero, classe, raça e etnicidade se entrelaçam na vida econômica. Os estudos feministas concentram-se em economias domésticas, cuidados, mercados de gênero, migração e setor informal.

Hoje, a disciplina se expande para diálogos transdisciplinares. A perspectiva pós-estruturalista e de ecologia política examina relações de poder e conhecimento em discursos econômicos, recursos naturais e conflitos. O Human Economy Approach (abordagem da economia humana) explora a pluralidade de práticas econômicas, desde mercado e estado até commons e economia doméstica. Estudos comportamentais investigam cooperação e justiça em contextos culturais diversos, enquanto pesquisas sobre economias digitais e virtuais abordam criptomoedas, plataformas laborais e bens virtuais.

Ao longo de todas essas abordagens, alguns temas estruturantes emergem: a tensão entre modelos universais e particularidades culturais, motivações materiais versus simbólicas, agência individual versus constrangimentos estruturais, e sistemas locais versus capitalismo global. Questões centrais incluem a oposição entre presente e mercadoria, economia moral versus política, a natureza do valor e da riqueza além do dinheiro, a análise do lar como unidade econômica contestada, e os efeitos da globalização sobre economias locais.

Atualizado em 29 de janeiro de 2026.

Leonardo Marcondes Alves é pesquisador multidisciplinar, PhD pela VID Specialized University, Noruega.


Como citar esse texto no formato ABNT:

  • Citação com autor incluído no texto: Alves (2010)
  • Citação com autor não incluído no texto: (ALVES, 2010)

Na referência:

ALVES, Leonardo Marcondes. Correntes de teoria econômica. Ensaios e Notas, 2010. Disponível em: https://ensaiosenotas.com/2010/11/25/correntes-de-teoria-economica/. Acesso em: 29 jan. 2026.

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