Religiões ocidentais não teístas

Certa vez, Cícero (106–43 a.C.) se perguntou: seria possível uma sociedade humana existir sem a noção de deuses ou sem algum tipo de religião? [1] A resposta, até hoje, é negativa. Nunca se encontrou tal sociedade. A antropologia nos mostra que a religião é, de fato, uma universalidade cultural — mas acreditar em uma divindade... Continuar Lendo →

Simone Weil

A filósofa da sensibilidade humana.

Sinopse dos livros de Aristóteles

Por Leonardo Marcondes Aves. Atualizado em 25.08.2025 A obra de Aristóteles (384-322 a.C.), aluno de Platão e tutor de Alexandre, o Grande, constitui outro pilar fundamental do pensamento ocidental, abrangendo praticamente todas as áreas do conhecimento de sua época. Nascido em Estagira, sua abordagem filosófica e científica, desenvolvida em grande parte no Liceu, sua escola... Continuar Lendo →

Deseje amar alguém

Ame amanhã quem nunca amou; e a quem ama ame amanhã

Lévy: A inteligência coletiva

A obra A Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia do Ciberespaço, de Pierre Lévy, publicada originalmente em francês no ano de 1994 e traduzida para o inglês em 1997 por Robert Bononno, representa um marco visionário. Lévy, filósofo e teórico cultural francês nascido em 1956, possui formação avançada em sociologia, história da ciência e ciências da... Continuar Lendo →

A Reforma sem Lutero

Com ou sem Lutero, a Reforma já estava ocorrendo.

La Boétie: Discurso sobre a servidão voluntária

Como o hábito, a covardia e o consentimento nos submete à servidão.

Montaigne, humanismo e ensaio

Bem-sucedido em sua carreira, rico, culto, tolerante e proprietário de um chateau idílico no sul da França, Montaigne encontrou o balanço entre respeito às diferenças e a universalidade da natureza humana. Apesar da sua invejável erudição (e ser uma das últimas pessoas notórias a ter o latim como primeira língua), valorizava mais a inquirição livre que as... Continuar Lendo →

Eras pivotais na história

Várias épocas alteraram drasticamente a trajetória da civilização. Algumas concentraram mudanças climáticas, colapsos demográficos, revoluções tecnológicas, mutações religiosas e reorganizações políticas em escala continental. O evento climático de 4,2 kiloyears, por volta de 2200 a.C., destruiu parte da ordem política da Antiguidade. Uma seca prolongada atingiu simultaneamente o Império Acádio na Mesopotâmia, o Antigo Império... Continuar Lendo →

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