As Variações Goldberg de Bach, BWV 988, revelam a maestria barroca através de 30 variações em contraponto e estilo. Glenn Gould, com suas gravações de 1956 e 1981, redefiniu a obra, trazendo interpretações distintas. A obra é também explorada por Hofstadter como um exemplo de beleza formal e recursividade musical.
Unto us a child is born
https://www.youtube.com/watch?v=S44AuoTvM-8 Apresentação desse coral na catedral de Uppsala, Suécia. Unto us a Child is born é um dos mais conhecidos coros a obra barroca Messiah (HWV 56) de George Frideric Handel. Este coro em dueto, extraído de Isaías 9:6 da versão inglesa Bible King James Version, retrata uma predição do nascimento de uma criança. Em... Continuar Lendo →
Barroco, maneirismo e rococó
Entre o final do Renascimento e o advento do mundo moderno, as artes europeias reconfiguram seus princípios formais e suas ambições intelectuais. O Maneirismo surge primeiro, por volta de 1520, como resposta à harmonia clássica que definira o século anterior. Em seguida, o Barroco amplia o campo expressivo com um programa de persuasão e intensidade.... Continuar Lendo →
Crueldade e beleza
E se o belo deixasse de ser o receptáculo do bom? E se a beleza, aquela que nos tira o fôlego, fixa o olhar e perdura séculos após sua criação, pudesse brotar do mesmo solo que nutre a crueldade? Como regra oculta, como lógica perversa da criação. Artemisia Gentileschi viveu essa dor. Em vez de... Continuar Lendo →
Arquitetura colonial portuguesa
A arquitetura colonial portuguesa expressa uma forma de poder difuso, sustentada por um classicismo pragmático e modular que se adapta com facilidade aos trópicos. Em vez de impor um modelo rígido, o império articula materiais locais e repertórios importados para construir uma continuidade cultural entre continentes. O resultado estabelece uma sensação de familiaridade que atravessa... Continuar Lendo →
