Os povos uro: ilhas de história

Os uro, um povo lacustre do altiplano andino, habitam ilhas flutuantes no lago Titicaca.

Warnock Fernea: Guests of the Sheik

Uma etnografia excepcionalmente humana.

Seduzidos pelo luxo

Por Marissa Gorberg* Théophile Alexandre Steinlen, Aux vrais pauvres - Les mauvais riches, litografia, 1894. Contrariando a máxima do carnavalesco Joãozinho 30, segundo a qual “quemgosta de miséria é intelectual”, o antropólogo Michel Alcoforado adotou como objeto deestudo o modo de viver de pessoas endinheiradas. De forma análoga ao que fez ojornalista norte-americano Truman Capote... Continuar Lendo →

A arqueologia processual

A arqueologia processual emergiu na década de 1960. Ela representou um esforço explícito de redefinição disciplinar. Seu princípio fundador sustentava que a arqueologia deveria deixar de ser predominantemente descritiva e classificatória. O objetivo era torná-la uma ciência antropológica rigorosa. Essa nova abordagem orientava-se por teoria e método científico. Os proponentes processualistas defendiam que o registro... Continuar Lendo →

Fomos citados: mestrado em Direitos Humanos na UFGD

É com muita satisfação que compartilhamos que nosso conteúdo sobre a A História da Antropologia Jurídica foi citado como referência em novos estudos da área. A Antropologia Jurídica é fundamental para entendermos como o Direito se manifesta em diferentes culturas e contextos sociais. Ver que nosso esforço em levar informação de qualidade está gerando frutos... Continuar Lendo →

Michel de Certeau: A poética do cotidiano

Michel de Certeau (1924-1986) foi o pensador das dinâmicas complexas entre poder, cultura e cotidiano. Historiador da terceira escola de Annalaes, filósofo, teólogo jesuíta e cofundador da Escola Freudiana de Paris, de Certeau navegou pela interdisciplinariedade e uma curiosidade insaciável pela alteridade. Para de Certeau, compreender o cotidiano era compreender a própria essência da inventividade... Continuar Lendo →

Marvin Harris e o Materialismo Cultural

A cultura é tangível e orientada para fins práticos, mesmo que você não saiba disso.

O Homem de Vime: projeções coletivas

Imagine colocar todos os indesejáveis da sociedade em uma grande gaiola de palha e incendiá-la. Esse sacrifício cruel, supostamente histórico, inspirou filmes, palcos de rock and roll e festivais de fogueiras. Mas, até que ponto isso é mera invenção?

Benedict Anderson: Comunidades Imaginadas

Como e por que as pessoas começam a imaginar-se como parte de uma nação, criando um senso de identidade nacional e solidariedade entre indivíduos que provavelmente nunca se encontrarão.

Desmistificando o viés quantitativo na Ciência de Dados

Já notou que geralmente quando se fala em ciências de dados há um pressuposto de que seja a utilização de métodos quantitativos? Descubra como abordagens qualitativas de dados revelam o 'porquê' por trás dos números.

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