Aristóteles continua a ser objeto de intenso debate e reinterpretação. Duas abordagens recentes que se destacam são o naturalismo biológico, exemplificado pelo trabalho de Allan Gotthelf, e o Aristóteles analítico, defendido por Terence Irwin. Ambas oferecem perspectivas inovadoras, embora distintas, sobre o pensamento aristotélico, influenciando debates contemporâneos em diversas áreas. Naturalismo biológico em Aristóteles: a... Continuar Lendo →
MacIntyre: Depois da Virtude
Em 1981, o filósofo escocês Alasdair MacIntyre publicou After Virtue: A Study in Moral Theory. O livro não soava como um tratado acadêmico convencional. Começava com uma imagem quase apocalíptica: um mundo em que as ciências naturais foram destruídas por uma catástrofe, restando apenas fragmentos — termos técnicos, pedaços de fórmulas, instrumentos sem manual. Gerações... Continuar Lendo →
Posições metaéticas
As posições meta-éticas e o dilema do bonde
Arqueologia e genealogia em Nietzsche e Foucault
Dois modos rigorosos de interrogar o passado servem à historia das ideias. Temos a genealogia nietzscheana e foucaultiana e a arqueologia proposta por Foucault nos anos 1960. Embora aparentadas, essas abordagens respondem a problemas distintos, opõem-se à história das ideias e operam com pressupostos diversos sobre verdade, sujeito e poder. Situá-las lado a lado permite... Continuar Lendo →
MacIntyre: três vias em busca da verdade
Alasdair MacIntyre (1929–), filósofo moral escocês e uma das vozes mais incisivas da filosofia contemporânea, oferece uma lente raramente discutida, mas profundamente reveladora, sobre como a civilização ocidental concebe e disputa a verdade. Em obras como After Virtue (1981), Whose Justice? Which Rationality? (1988) e Three Rival Versions of Moral Enquiry (1990), ele identifica três... Continuar Lendo →
