Maria Isaura Pereira de Queiroz: O messianismo no Brasil e no mundo

pereira de queiroz. messianismo no brasil e no mundo

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Messianismo no Brasil e no Mundo. São Paulo, Dominus/Edusp, 1965. 2ª edição: Alfa-Ômega, 1976. Prêmio Jabuti de 1976.

Nascida na cidade em uma família de fazendeiros, Maria Isaura Pereira de Queiroz encontrou no mundo rural uma grande parcela do Brasil que permanecia mal compreendida. O país passava por uma industrialização acelerada. Novas relações sociais (inclusive de trabalho, com a CLT) despersonalizava os laços de parentescos. Mesmo no campo, a racionalidade das frentes agrícolas indicava que a vida rural estava em vias de ser modernizada. Maria Isaura percebeu na religiosidade camponesa dos movimentos messiânicos uma expressão autêntica de manutenção da cultura rural.

Em tempos de otimismos desenvolvimentistas, as sociedades rurais eram vistas como atrasadas e entraves à modernidade. E suas expressões religiosas carismáticas que desafiavam a ordem do progresso eram tidas como místicas, proféticas, fanáticas e irracionais. Os desastres violentos de Pedra Bonita, Canudos e do Contestado eram episódios a serem relegados como anomalias ao projeto de desenvolvimento da nação.

A sociologia da época não era desprovida desses preconceitos. Teóricos com abordagens psicossociais viam as crenças no sobrenatural dos camponeses como um desvio. Teóricos da modernização viam a religião campesina como resquícios de um passado tradicional pré-capitalista a ser absorvido pelo mundo urbano-industrial cada vez mais secularizado. Teóricos marxistas viam nos movimentos religiosos camponeses um ato de revolta dos alienados, os quais não sabiam expressar suas vontades políticas em um programa emancipador, optando por uma expressão religiosa para reclamar suas demandas.

Nos anos 1950 a incidência desses movimentos, mesmo em tempos modernos, chamou a atenção de antropólogos, historiadores, cientistas da religião e sociólogos como Wilson Wallis (1943), Anthony F. C. Wallace (1956), Elena Cassin (1957), Norman Cohn (1957), Peter Worsley (1957), Henri Desroches (1957), Eric Hobsbawn (1959) e Vittorio Lanternari (1960). Com o registro dos cargo cults e movimentos de revitalização indígena ficou claro que não seriam movimentos exclusivos de um ambiente de matriz judaico-cristã. Faltavam, contudo, critérios para compará-los. Quem dirá compreendê-los. Mas foi o que Pereira de Queiroz propôs.

Na obra O Messianismo no Brasil e no Mundo, apresentada em 1963 como tese de livre docência na USP, Pereira de Queiroz visa compreender como surgem os surtos messiânicos.

Resumo estruturado

Tese: a categoria messianismo refere-se a movimentos religiosos que ocorrem por fatores sociais internos (anomia afetando elementos culturais como crenças, valores, relações sociais) e externos (como as transformações políticas, econômicas e tecnológicas) ao grupo, sem constituir uma patologia social desviante ou uma reação pré-política dos oprimidos nem como uma reação ao encontro da modernidade ocidental.

Fonte de dados: Pereira de Queiroz para sua tese doutoral (1956) estudou com profundidade os documentos levantados por Vinhas de Queiroz sobre Contestado. Seu único contato com um movimento camponês foi o “Povo do Velho Pedro”, em Santa Brígida, Bahia, o qual considerou como “movimento reformista”. Analisou dados jornalísticos e exaustivamente a literatura científica sobre movimentos milenaristas e messiânicos no mundo.

Metodologia: empregou uma abordagem tipológica e explicativa. Propôs criar uma classificação entre os diferentes movimentos para depois analisar suas estruturas internas e contextos de emergência. Utilizou uma ótica estrutural, evitando estudos de personalidade dos líderes ou da psicologia do camponês.

Teoria: influenciada pela Escola Sociológica Francesa, empregou os conceitos de anomia e dupla causalidade, interna e exter­na, de Durkheim. O uso de tipos ideais e a análise do carisma são devidos a Weber. Seu mentor e orientador foi Roger Bastide (1898-1974), cuja sociologia dinâmica enfatizava um exame rigoroso, mas em termos locais, sem preocupação em enquadrar-se aos paradigmas em voga na Europa.

Distinção entre messias, messianismo e milenarismo: o messias seria a personificação do salvador, capaz de derrotar o mal e estabelecer uma ordem moral e uma vida próspera. Já o messianismo tem duas faces: (1) o movimento social movido pela expectativa da aparição de um messias ou (2) as ações movidas pelas manifestações dessa figura. Por fim, o milenarismo abarcaria uma categoria mais ampla de um novo mundo. Pereira de Queiroz enfocou no messianismo, deixando fora de sua análise, por exemplo, os Muckers, que embora milenarista não era messiânico.

Distinção entre sociedades de parentesco e de classes: as primeiras seriam as sociedades tradicionais, baseada na agricultura e na pecuária, na qual a ordem moral era eminentemente fundada na parentela. A outra é tipica das sociedades urbanas. O messianismo tenderia a acontecer (mas não exclusivamente) em situação de anomia das sociedades de parentesco.

Classificação dos movimentos messiânicos no Brasil:

  1. Movimentos indígenas: como a busca da Terra-sem-males dos povos tupis, documentados por Nimuendajú, Metraux e Schaden.
  2. Movimentos sincréticos caboclos, como as santidades.
  3. Messianismos rústicos ou camponeses, com raízes no catolicismo popular ibérico, com continuidade nas crenças medievais e no sebastianismo.
  4. Movimentos messiânicos urbanos, os quais seriam mais raros, como o Father Divine nos EUA e o movimento de Yokaanam no Rio e em Brasília.

Argumentos

O foco de Pereira de Queiroz foi nos movimentos camponeses, com seus principais argumentos:

  • Cada sociedade possui seu próprio modo de voluntariamente se transformar. Para muitas delas, especialmente as sociedades rústicas, o messianismo é um desse modo.
  • Os surtos messiânicos não ocorreriam em uma massa apática à espera de uma intervenção divina para completar a transformação necessária.
  • Os movimentos messiânicos são dotados de função social de resolver as crises que enfrentam, sobretudo, de anomia.
  • Os movimentos messiânicos não seriam meros choques de classes. Havia coronéis que abandonaram seus status e classe para juntar-se como membro comum nesses movimentos, como aconteceu no Contestado.
  • A escatologia sertaneja precede o movimento messiânico, tendo já elementos conceituais como a encarnação do Bem ou a esperança de um mundo ideal.
  • As sociedades rurais patrimonialistas, tradicionais ou campesinas não são estagnadas, mas movidas por uma dinâmica interna própria.
  • Esses movimentos não anomalias irracionais ou uma patologia psicossocial.
  • A liderança messiânica não seria constituída por megalomaníacos carentes de atenção ou desviantes patológicos, mas pessoas com a inteligência acima da média, experimentados em diferentes contextos sociais e habilidosos na cultura religiosa de sua proveniência.
  • Esses movimentos podem ser reprimidos ou acomodados, mas não são avessos à racionalidade econômica, pois tentam alcançar um desenvolvimento e conter a anomia. Quando ocorrem conflitos, esses resultavam não do fanatismo dos membros ou da ganância do líder messiânico, mas da tensão política e econômica com a sociedade ampla e à intolerância contra o movimento. Se tolerados, tinham o potencial de sucesso, como os casos de Santa Brígida e de Juazeiro.
  • Os movimentos estudados possuem o parentesco como elemento estruturador das relações sociais que, isolado ou associado com o sistema econômico, articulam o movimento sempre que ocorre uma crise de desorganização interna (anomia) ou de mudança (transformação).
  • Os movimentos de ordem econômica, como o nazismo, o fascismo e o comunismo são ideologias leigas que apelariam às massas urbanas nas sociedades modernizadas. A consequência lógica seria que as novas religiões urbanas (Pentecostalismo, Candomblé, Umbanda) possuem uma orientação pelo contato direto pelo divino ao invés da esperança escatológica típicas do messianismo e milenarismo. Assim, esses movimentos tenderiam a desenvolver nas sociedades industrializadas e urbanas.

Críticas:

  • O método comparativo tipológico tem o risco de negligenciar peculiaridades dos casos concretos na construção de categorias conceituais.
  • Apesar da profundidade da análise de Pereira de Queiroz, ainda assim a religião, o messianismo, o mitológico e o simbólico são tratados como variáveis a outros fatores, não como matrizes constitutivas socioculturais em si mesmas ou como elementos explicativos.
  • Hipótese de desaparição com a modernidade: esses movimentos seriam exclusivos da dinâmica social de sociedades tradicionais em anomia. Contudo, ainda hoje acontecem movimentos messiânicos e milenaristas mesmo na era das mídias sociais e do smartphone.

Esboço da obra

PREFÁCIO

INTRODUÇÃO GERAL

Messianismo: expectativa de um líder ou promessas de sanar as injustiças. O messias é um “guia divino que deve levar o povo eleito ao desenlace natural do desenrolar da história”. P26

  • Israelitas
  • Cristianismo: Apocalipse, Evangelho de Nicodemos (Cristo desce aos infernos e vence o mal).

PRIMEIRA PARTE: MOVIMENTOS MESSIÂNICOS PRIMITIVOS E NA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL

I Movimentos messiânicos primitivos

  1. Movimentos messiânicos entre tribos do Oeste Americano
  2. Movimentos messiânicos africanos
  3. Movimentos messiânicos na Melanésia

II Estudos comparativos dos movimentos messiânicos primitivos

III Movimentos messiânicos na civilização ocidental

  1. Movimentos messiânicos na organização feudal
  2. Movimentos messiânicos no século XIX

IV Estudo comparativo dos movimentos messiânicos na civilização ocidental

V Conclusão

SEGUNDA PARTE: MOVIMENTOS MESSIÂNICOS BRASILEIROS

Introdução

Movimentos messiânicos em tribos primitivas

  1. Descrição
  2. Categorias
  3. Descrição
  4. Categorias
  5. Conclusão

Reflexões finais

Apêndice: lista de movimentos messiânicos com poucas informações, não sendo analisados no livro.

Bibliografia

Maria Isaura Pereira de Queiroz: intérprete do Brasil

professora Maria Isaura Pereira de Queiroz.jpg

Pereira de Queiroz com suas outras obras além de O messianismo no Brasil e no mundo contribuiu para o entendimento do país em suas raízes profundas. A socióloga da maior universidade na maior cidade da nação voltou-se às análises de como a dinâmica social – as reformas e as revoluções – acontecem mediante movimentos religiosos. Considerou também o mandonismo político, o cangaço, as oligarquias e criou um paradigma de estudo do campesinato brasileiro. Discutindo a tradição e a modernidade, argumentava que as injustiças no país eram frutos de uma relação política mal resolvida entre o rural e o urbano.

A obra de Maria Isaura Pereira de Queiroz junta-se aos estudos do Brasil interiorano, analisado por Euclides da Cunha, Sílvio Romero, Capistrano de Abreu, Oliveira Vianna e Câmara Cascudo; contado nos causos de Cornélio Pires, Monteiro Lobato, Simões Lopes Neto, Francisco Marins, Guimarães Rosa; investigado por Emílio Willems, Vinhas de Queiroz, Duglas Monteiro, Lísias Nogueira Negrão,  Walnice Nogueira Galvão, Darcy Ribeiro e Antonio Cândido.

O foco investigativo nos movimentos messiânicos rurais deu lugar a outros interesses sociológicos a partir da década de 1970. É compreensível essa mudança, visto que o ano de 1965 marca a transição para uma sociedade cuja demografia passou a ser majoritariamente urbana. E os movimentos sociais rurais secularizados, as “novas” comunidades tradicionais, os novos movimentos religiosos e os pentecostalismos também passaram a receber a atenção de cientistas sociais. Contudo, ainda continuou uma linha de pesquisa focada nos movimentos messiânicos-milenaristas no Brasil.

Mas, em tempos presentes quando a democracia convive com orientações religiosas, autoritárias, patrimonialistas, clientelistas e a ausência de expressividade das pautas de políticas públicas, seria de grande proveito contrastar as obras de Pereira de Queiroz com as de Barrington Moore Junior (1967), Faoro (1958) e Nunes Leal (1975). Em comum com esses autores, Pereira de Queiroz estava ciente do papel da ordem moral ligada à terra, à família, ao trabalho para acarretar em ações políticas. Porém, indo além desses pensadores, ela levava em consideração o papel político da religiosidade popular nas dinâmicas de transformações sociais.

Maria Isaura Pereira de Queiroz morreu centenária nos últimos dias de 2018, a 29 de dezembro. Formou-se em Ciências Sociais em 1949 na USP. Em seguida, tornou-se auxiliar de ensino de de Sociologia I, cátedra de Roger Bastide. Sob sua orientação cursou o doutorado na École Pratique des Hautes Études en Sciences Sociales, Universidade de Paris. Defendeu sua tese em 1956 tendo Bastide, Claude Lévi-Strauss e Gabriel Le Bras como membros da banca.

No mesmo ano regressou ao Brasil, começou a lecionar na USP, alternando com aulas em várias instituições em Paris, Quebec, Senegal e Bélgica. Foi professora de sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP até sua aposentadoria em 1982 e lá foi fundadora e diretora-presidente do Centro de Estudos Rurais e Urbanos (CERU).

Por ocasião de seu aniversário de 100 anos, em 27 de agosto de 2018, a FFLCH-USP realizou o evento “A contribuição de Maria Isaura Pereira de Queiroz para a Sociologia brasileira”.

SAIBA MAIS

Bibliografia de Maria Isaura Pereira de Queiroz

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. La guerre sainte au Brésil: le mouvemente messianique du Contestado. [A Guerra Santa no Brasil: o movimento messiânico no Contestado]. São Paulo: FFLCH-USP, 1957.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Os cangaceiros: les bandits d’honneur brésiliens. Paris: Julliard, 1968.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Historia y Etnologia de los movimentos Mesianicos. Mexico D.F.: Siglo XXI, 1969.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. O mandonismo local na vida política do Brasil. São Paulo: Institutos de Estudos Brasileiros/USP, 1970.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. O campesinato brasileiro (ensaios sobre civilização e grupos rústicos no Brasil). Petrópolis: Vozes, 1973.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Bairros rurais paulistas (dinâmica das relações bairro rural/cidade). São Paulo: Duas Cidades, 1973.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. O messianismo no Brasil e no mundo. 2ª ed. São Paulo, Alfa-Omega, 1976.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Os cangaceiros. São Paulo: Duas Cidades, 1977.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. Cultura, sociedade rural e sociedade urbana. São Paulo: EDUSP, 1978.

PEREIRA DE QUEIROZ, Maria Isaura. “Messias, taumaturgos e dualidade católica no Brasil” In Religião e Sociedade, n. 10, novembro de 1983, p. 83-92.

Sobre Maria Isaura Pereira de Queiroz

CNPq: Mulher e Ciência – Pioneiras: Maria Isaura.

USP homenageia socióloga Maria Isaura Pereira de Queiroz pelo centenário

https://bvps.fiocruz.br/vhl/interpretes/maria-isaura-pereira-de-queiroz/

CARVALHO, Lucas C. Tradição e transição: mundo rústico e mudança social na sociologia de Maria Isaura Pereira de Queiroz. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação emSociologia e Antropologia – PPGSA/IFCS/UFRJ, Rio de Janeiro, 2010.

LOPES, Aline M. Vida rural e mudança social no Brasil: tradição e modernidade na sociologia de Maria Isaura Pereira de Queiroz. Tese de doutorado. Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2012.

VILLAS BÔAS, Glaucia. “Para ler a sociologia política de Maria Isaura Pereira de Queiroz”. Estudos Políticos, n. 1, pp. 37-44, 2010.

Outras obras citadas

CASSIN, Elena. San Nicandro: histoire d’une conversion. Paris: Plon, 1957.

COHN, Norman. Na senda do milênio: milenaristas revolucionários e anarquistas misticos na Idade Média. Lisboa: Editorial Presença, 1981. [The Pursuit of the Millennium: Revolutionary Millenarians and Mystical Anarchists of the Middle Ages, 1957]

DESROCHE, Henri. “‘Heavens on Earth’ – micromillénerismes et communautarisme utopique en Amérique du Nord du XVIIª au XIXª siècle” In Archives de Sociologie des Religions, n. 4, julliet-decembre, 1957, p. 57-92.

HOBSBAWM, E. J. Rebeldes primitivos: estudos sobre formas arcaicas de movimentos sociais nos séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Zahar, 1972. [Primitive rebels, 1957].

LANTERNARI, Vittorio. As religiões dos oprimidos. São Paulo: Perspectiva, 1974. [Movimenti religiosi di libertà e di salvezza dei popoli oppressi, 1960.]

LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. 1975.

MOORE JUNIOR, Barrington. Social Origins of Dictatorship and Democracy: Lord and Peasant in the Making of the Modern World. Boston, Beacon, 1967.

RAYMUNDO, FAORO. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1958.

WALLACE, Anthony FC. “Revitalization movements”. American anthropologist, v. 58, n. 2, p. 264-281, 1956.

WALLIS, Wilson. Messiah, their role in civilization.  1943.

WORSLEY, Peter. The Trumpet Shall Sound: A study of “cargo cults in Melanesia. London: MacGibbon & Kee, 1957.

2 respostas para ‘Maria Isaura Pereira de Queiroz: O messianismo no Brasil e no mundo

  1. Bom dia, com alegria!
    Uma grata satisfação tomar contato com essa brilhante intelectual…
    E isso graças a esse instrumento (Ensaios e Notas) de valiosíssima instrução…
    Obrigado!
    Grato!
    Abraço fraterno!
    Marcos A Ferreira.’.

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