Susan Sontag escreveu Contra a Interpretação [Against Interpretation] em 1964 com a convicção de que a crítica moderna havia se tornado refém de uma obsessão pelo significado. Para ela, essa busca incansável por “conteúdo” empobrece a experiência estética, anestesia o olhar e transforma a obra de arte em simples enigma a ser decifrado. Ao reconstruir... Continuar Lendo →
