O problema do sofrimento: budismo e a antropologia filosófica

As Quatro Nobres Verdades como diagnóstico da condição humana Gautama Siddhartha, o Buda, não elaborou uma metafísica sistemática nos moldes das tradições filosóficas posteriores. Apresentou antes uma análise da condição humana. O ser humano sofre; o sofrimento tem causa; a causa pode cessar; existe um caminho que conduz a essa cessação. Essa estrutura — dukkha,... Continuar Lendo →

Os cegos e o elefante

Ainda que pensas que entendas tudo, és parcial.

Os clássicos chineses

Os clássicos chineses constituem um corpo de literatura escrita ao longo de milênios e um dos maiores marcos da civilização chinesa. É grande seu impacto no pensamento, cultura, ética, política e vida social tanto em toda a Ásia Oriental (incluindo Coreia, Japão e Vietnã). O termo chinês jing (經), geralmente traduzido como “clássico”, designa originalmente... Continuar Lendo →

Nagarjuna e o vazio: filosofia radical do budismo Mahayana

Contemple um redemoinho que se forma em um rio. Ele tem forma, parece estável por alguns instantes e pode até receber um nome. Ainda assim, não existe por si mesmo. Depende da água, do leito, da corrente e de condições que mudam sem cessar. Ao tentar apontar onde, exatamente, está o redemoinho, percebe-se que ele... Continuar Lendo →

O que é iluminação? Uma comparação entre moksha, nirvana e salvação

A palavra “iluminação” circula com facilidade e pode sugerir uma única experiência. Um olhar mais atento mostra outra coisa. Cada tradição a utiliza para apontar processos e resultados distintos. Para evitar confusão, convém nomear cada horizonte com seus próprios termos e examinar o que cada um descreve. Antes de tudo, é preciso situar o vocabulário.... Continuar Lendo →

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