A arquitetura colonial portuguesa expressa uma forma de poder difuso, sustentada por um classicismo pragmático e modular que se adapta com facilidade aos trópicos. Em vez de impor um modelo rígido, o império articula materiais locais e repertórios importados para construir uma continuidade cultural entre continentes. O resultado estabelece uma sensação de familiaridade que atravessa... Continuar Lendo →
