Filmes são excelentes meios para aprender um pouco sobre a vida, o contexto e, às vezes, até mesmo algumas ideias dos grandes filósofos. Infelizmente, nem todos tiveram uma biografia hollywoodiana que apelasse aos produtores de cinema. Alguns dos filósofos que transcenderam o "nasceu-escreveu-algo-que-ninguém-leu-e-morreu" e chegaram às telas são: Confúcio Confucio: A Batalha pelo Império (2010)... Continuar Lendo →
Meritocracia?
Com ironia, Rudyard Kipling usou poema O Fardo do Homem Branco para criticar o imperialismo. Entretanto, o poema acabaria usado para justificar o colonialismo paternalista e racista. Como se vê, uma vez escrita, o autor já não tem mais domínio das interpretações sobre sua obra. A mesma distorção ocorreu com o livro A Emergência da Meritocracia do... Continuar Lendo →
Vonnegut e Rand: além da mediocridade forçada
No meio do século XX, a ficção distópica tornou-se um laboratório intelectual para testar medos que a teoria política ainda formulava de modo incerto. Harrison Bergeron (1961), de Kurt Vonnegut, e Atlas Shrugged (1957), de Ayn Rand, pertencem a esse gênero de imaginação crítica que projeta futuros extremos para interrogar escolhas do presente. Ambos recorrem... Continuar Lendo →
Ayn Rand: A Virtude do Egoísmo
Ayn Rand entrou no debate moral e político do século XX com uma inversão deliberada de pressupostos amplamente aceitos. Em vez de tratar o interesse próprio como um problema a ser contido, ela o colocou no centro da ética. A Virtude do Egoísmo, publicado em 1964, reúne ensaios que condensam essa posição e a apresentam... Continuar Lendo →
