O universo cômico de Aristófanes situava‑se no epicentro da crise, da irreverência e da reinvenção utópica, em uma forma agressiva de intervenção cívica. Escrevendo entre os estertores das Guerras do Peloponeso e o desgaste das certezas democráticas atenienses, o autor transformou a risada pública em instrumento de análise política, levando ao palco as contradições de... Continuar Lendo →
