Introdução ao raciocínio crítico

Desenvolver o raciocínio crítico começa com uma percepção incômoda: pensar por conta própria exige mais do que ter opiniões. Exige método. Em um ambiente saturado de informações e juízos rápidos, a capacidade de examinar afirmações funciona como uma ferramenta prática, semelhante ao trabalho de quem testa a firmeza de um material antes de utilizá-lo. Nem... Continuar Lendo →

História da educação na Antiguidade: Jaeger e Marrou

A história da educação na Antiguidade encontra seus pilares em duas obras monumentais do século XX: Paideia, de Werner Jaeger, e Histoire de l'éducation dans l'Antiquité, de Henri-Irénée Marrou. Embora compartilhem o objeto de estudo, as obras divergem profundamente em método, escopo e intenção filosófica. Jaeger, expoente da filologia alemã, enxerga a educação como a... Continuar Lendo →

Heleieth Saffioti: Síndrome do Pequeno Poder

Já se irritou com a burocracia sem sentido, aquela exigência absurda para provar algo óbvio? Por trás disso, está a Síndrome do Pequeno Poder: o prazer mesquinho de dificultar a vida alheia só para reafirmar uma autoridade insignificante— talvez esteja na hora de virar esse jogo.

Prisma de tantas cores: uma curta passagem por Michel de Certeau

De formação jesuíta, Michel de Certeau lança um olhar único sobre a história e o "outro". Sua investigação como a alteridade transforma a consciência europeia através da oralidade dos "selvagens" desafia o domínio da escrita. Leia esta análise sobre a relação entre linguagem, cultura e a construção do conhecimento.

A apoteose de don Pancho Ramos Mejía

Houve um tempo em que os homens acreditaram que o deserto podia ser um templo, e que a fronteira, esse fio de poeira que separava o mundo civilizado do indômito, podia tornar-se terra prometida. Francisco Hermógenes Ramos Mejía foi um desses homens. Nascido em Buenos Aires em 1773, filho de um comerciante que orbitava os... Continuar Lendo →

Desvendando ‘Gödel, Escher, Bach’ e ‘A Odisseia’

Menos livros, mais profundidade: explorando Gödel, Escher, Bach e A Odisseia em grego com reflexões e descobertas em uma leitura lenta neste ano.

Ezequiel: a visão do vale dos ossos secos

A visão de Ezequiel 37 revela a restauração de Israel, simbolizada por ossos secos que ganham vida. Refletindo desesperança em exílio, o texto aponta para renovação espiritual e ressurreição. Interpretações variam entre ressurreição literal e simbólica, influenciando a arte e a teologia cristã e rabínica, retratando esperança em tempos difíceis.

Rito de passagem

Finalmente!!!

Benedict Anderson: Comunidades Imaginadas

Como e por que as pessoas começam a imaginar-se como parte de uma nação, criando um senso de identidade nacional e solidariedade entre indivíduos que provavelmente nunca se encontrarão.

Ferreira Gullar: Frango tite

Não tão rara quanto o peru nem tão frugal quanto o ovo, a galinha, comida de domingo, era naquela época o símbolo da fome nacional. Já muito antes de nós, o Barão de Itararé diagnosticara: "quando pobre come frango, um dos dois está doente". Tenho proposto com certa insistência que alguém escreva, no Brasil, a... Continuar Lendo →

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