A filosofia francesa do século XIX enfrentou um problema que não era apenas técnico: como justificar a experiência do eu — sua liberdade, sua moralidade, sua abertura ao transcendente — sem recorrer a fundamentos que a ciência emergente recusava. O espiritualismo eclético foi a resposta dominante a esse impasse, e sua história intelectual é inseparável... Continuar Lendo →
