Moscou, anos 1960. Andrey Kolmogorov, já consagrado como um dos arquitetos da teoria moderna da probabilidade, publica um texto curto com uma ambição imensa: responder de forma objetiva ao que significa dizer que algo é verdadeiramente aleatório. Até então, a ideia de acaso era definida por negação — aquilo que não apresenta padrão, que não... Continuar Lendo →
