Na noite de 30 de maio de 1832, em um quarto modesto nos arredores de Paris, um jovem de 20 anos escrevia como se tentasse ultrapassar o próprio amanhecer. Ferido, febril, convencido de que morreria em um duelo marcado para as primeiras horas do dia seguinte, Évariste Galois rabiscava páginas e mais páginas de matemática.... Continuar Lendo →
