Imagine o Atlântico em 1595. Um navio balança em mar aberto, o piloto tenta descobrir a longitude. Cada grau de erro pode significar rochas invisíveis. Em outro ponto da Europa, um assistente de Tycho Brahe passa a noite copiando e multiplicando números de seis, sete algarismos, à luz de vela. Um deslize na quarta casa... Continuar Lendo →
