A ordem do acaso: processo estocástico

Em 1827, ao observar grãos de pólen suspensos em água, o botânico escocês Robert Brown registrou um movimento inquietante: partículas microscópicas que tremiam, ziguezagueavam e jamais repousavam. Não havia corrente visível, nem sinal de vida. O fenômeno persistia mesmo quando o pólen era substituído por poeira inerte. Brown não sabia, mas sua perplexidade inaugurava um... Continuar Lendo →

A Teoria da Informação Algorítmica: quando simplicidade vira profundidade

Moscou, anos 1960. Andrey Kolmogorov, já consagrado como um dos arquitetos da teoria moderna da probabilidade, publica um texto curto com uma ambição imensa: responder de forma objetiva ao que significa dizer que algo é verdadeiramente aleatório. Até então, a ideia de acaso era definida por negação — aquilo que não apresenta padrão, que não... Continuar Lendo →

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